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Copo de vinho tinto

Produzir um vinho tinto de boa qualidade requer conhecimentos, boa matéria-prima e muito trabalho. Saiba como produzir um vinho tinto de qualidade superior e delicie-se com o resultado final.

A importância das uvas

O sabor do vinho tinto depende da qualidade das uvas. Para se produzir um vinho tinto de qualidade superior devem apenas utilizar-se uvas no estado ideal de maturação.

A maturação das uvas é determinada pela experiência do viticultor, e também mais modernamente através de análises sensoriais realizadas nas adegas.

Uvas consideradas não maduras o suficiente devem ser desprezadas, assim como todas aquelas que não se apresentarem nas melhores condições. Mesmo que a vindima tenha corrido muito bem, e que as uvas estejam no ponto considerado ideal, bastam algumas delas de classe inferior para estragarem o paladar de toda a produção de vinho obtida.

Daí ser muito importante dedicar toda a atenção ao processo de seleção e escolha das uvas a incluir no fabrico do vinho. O vinho tinto quer-se com gosto aveludado, encorpado e qualquer traço de acidez exagerada prejudicará o resultado final.

O processo de maceração

Após serem escrupulosamente selecionadas, as uvas escolhidas são bombeadas para lagares aonde permanecem para macerarem durante 3-4 dias, no caso dos vinhos brancos e rosés, e um pouco mais de tempo no caso do vinho tinto.

Durante este processo o mosto ganha cor, sabor e taninos adicionais. A maceração pode ser feita em lagar aberto num pisador, ou em cubas aonde o mosto é bombeado de baixo para cima misturando-se de forma regular e gradual.

A decantação e a fermentação

A fermentação do vinho tinto dá-se depois do processo de maceração e é nesta fase que se adiciona levedura seca ativada ao mosto. É a levedura que vai fazer a distinção entre vinho e sumo de uva, transformando o açúcar das uvas em álcool devido à ausência de oxigénio e através da fermentação. A seguir procede-se à decantação do vinho para que sejam eliminadas as partículas indesejadas.

A maturação

Após ter sido limpo de películas e de grainhas, o vinho entra na primeira fase de maturação e é armazenado em depósitos de inox ou barricas de madeira.

O vinho tinto tem muito a ganhar sendo armazenado em barricas de madeira, pois o seu sabor, cor e textura são enriquecidos e a sua qualidade potenciada. A qualidade do vinho tinto vai depender também da qualidade da madeira aonde for armazenado sendo que o carvalho é uma das madeiras mais benéficas para este processo de maturação.

Fermentação maloláctica

O vinho tinto quando é introduzido no depósito escolhido passa a ser submetido à fermentação maloláctica, processo durante o qual o ácido málico presente no mosto é transformado num suave ácido láctico.

É nesta etapa da produção que se amacia o paladar e se proporciona o sabor e o aroma característicos deste tipo de vinho. Após o período considerado ideal para se dar a fermentação, o vinho é submetido a testes de qualidade que determinam se o preparado está já em condições de passar à fase seguinte de produção.

A prova do vinho

Assim que o vinho se encontra devidamente fermentado ele é submetido à prova, onde será filtrado até que todas as partículas em suspensão, até as mais pequeninas, sejam devidamente eliminadas através de um crivo de filtros que se vão estreitando até à filtragem final.

Nessa altura o vinho tinto é considerado ?límpido? e o seu paladar, textura e aroma são comprovados para que a sua qualidade superior possa ser certificada.

O engarrafamento do vinho

O processo de engarrafar o vinho é outro dos fatores determinantes para o sucesso. À medida que o vinho é preparado para ser engarrafado é preciso que se previna a fermentação indesejada na garrafa, por isso há que fazer uma última filtração.

As garrafas têm de ser lavadas e esterilizadas com azoto que lhes retira o oxigénio e impede a oxidação do vinho. As garrafas devem ser cheias com vinho até 1 cm abaixo da linha onde tocar a rolha.

Depois de cheias, as garrafas são rolhadas com rolhas naturais ou aglomeradas. Após este processo o vinho tinto segue para estágio em caves.

O envelhecimento

O vinho tinto necessita de envelhecer já depois de engarrafado para que a sua qualidade seja melhorada. O processo de armazenamento e de envelhecimento é natural e gradual e só depois de concluído é que o vinho tinto terá adquirido todo o seu potencial de aroma, textura, cor e sabor.

O período de envelhecimento do vinho tinto costuma ser feito em caves subterrâneas, sob temperaturas controladas e durante 6 meses a 2 anos.

Rotulagem e lançamento no mercado

Assim que o vinho atinge o limite do seu tempo de envelhecimento é retirado das caves, as garrafas são rotuladas e o precioso líquido pode finalmente ser lançado no mercado a fim de se comercializado, e fazer as delícias de todos os bons apreciadores.

A obtenção de um vinho tinto de qualidade superior depende pois de fatores de diversa ordem. Desde a excelência das uvas à eficácia da mão-de-obra, passando pelos meios tecnológicos que a produção moderna de vinho não dispensa e até à fase final onde a estética também tem uma palavra a dizer, o vinho tinto percorre um longo caminho até aos nossos copos.

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Fonte: https://clubedevinhos.com/artigos/como-produzir-vinho-tinto-qualidade-superior

Garçom servir vinho

A quantidade de vinhos deliciosos parece infindável e, por isso, muitas vezes se impõe a questão: qual é o melhor vinho? O melhor vinho é aquele que proporciona maior prazer gustativo à pessoa em questão, independentemente do que os outros dizem. Num jantar especial, a escolha do vinho é particularmente importante, pelo que reunimos 7 dicas para não falhar no momento da decisão:

1. Aprender a ler a etiqueta do vinho

Surpreendentemente, a maioria das pessoas está padronizada para escolher o vinho com o rótulo mais atraente, negligenciando totalmente o rótulo. Ora, nele, residem as informações mais cruciais acerca de um vinho, nomeadamente região, tipo de uva e outros requisitos. Por exemplo, um verdadeiro champagne só pode ser assim designado se for proveniente da região francesa com o mesmo nome. Embora possam constar diversas informações na etiqueta do vinho, aqui estão as mais importantes que é necessário analisar a fim de escolher o melhor vinho para um jantar:

Região

Refere de onde as uvas são provenientes. Vinhos de regiões maiores e mais vagas são geralmente vinhos-poupança, enquanto os vinhos de vinhas menores e mais específicas são tipicamente de maior qualidade. Quanto mais específica a fonte, mais refinado - e caro - o vinho.

Vintage

Menciona o ano em que as uvas foram colhidas. Vinhos vintage são de maior valor do que os vinhos não-vintage.

Variedade

               
Indica o tipo de uvas que foi usado para a realização do vinho.

Volume de álcool

Permite saber mais do que apenas quão forte o vinho é - refere quão rico o vinho pode ser. Os vinhos que são mais elevados em volume de álcool do que outros são feitos a partir de uvas mais maduras que têm sabores fortes. Além disso, se se trata de um vinho europeu, o volume indica também a qualidade do vinho, porque muitas vinhas na Europa só permitem que os seus melhores vinhos sejam produzidos com um volume de álcool de 13,5% ou superior.

2. Considerar comprar vários vinhos

Em muitos jantares, pode ser adequado servir vinhos distintos consoante os pratos. Por exemplo, um vinho para as entradas, outro para o prato principal e um terceiro para as sobremesas. Regra geral, as entradas devem ser emparelhadas com vinho branco, o prato principal com vinho tinto e as sobremesas com um vinho doce mas, tal como em todas as regras, existem várias exceções.

3. Pedir opinião

Quando se compra numa loja de supermercado ou numa loja de especialidade, os funcionários estão sempre dispostos a ajudar. Apesar dos funcionários das lojas de especialidade serem, sem dúvida, mais experientes com a seleção e conhecimento de vinhos, muitos ficariam surpresos com o quanto um empregado de supermercado da secção de vinhos sabe.

4. Manter o foco sobre o prato principal

Face a um corredor repleto de garrafas distintas, pode ser fácil o cliente deparar-se com vários vinhos que o fazem pensar: "Este parece-me bem?. Mas para escolher um vinho que seja, de facto, alvo de apreciação, e não de lamentação, é importante ter em conta que mesmo os melhores vinhos podem ser uma incompatibilidade quando servidos com os alimentos errados. Por exemplo, se o jantar é composto por costelas refogadas, é aconselhável escolher um vinho tinto encorpado, como um Burgundy robusto, para combinar os sabores ousados. Por outro lado, se servir beringela com queijos finos, deverá considerar o emparelhamento desse prato com um vinho tinto de corpo leve. Assim, é importante corresponder o perfil de sabor do vinho com o perfil de sabor do prato principal.

5. Não confundir preço com qualidade

Preço não determina necessariamente a qualidade do vinho ou garantia de que será apreciado. Sim, os vinhos mais caros geralmente proporcionam melhor degustação do que os vinhos menos caros. Mas, isso não é uma regra certa. Aliás, o The New Yorker publicou um artigo com o título: "Será que todos os vinhos sabem igual?". Contou com uma investigação onde especialistas em vinho foram submetidos a testes de sabor cegos, colocando lado a lado vinhos baratos e caros. Em diversas categorias, os vinhos baratos venceram!

6. Estabelecer um orçamento

É importante estabelecer quanto se está disposto a gastar antes de se dirigir ao local da compra, caso contrário a pessoa poderá facilmente entusiasmar-se. Regra geral, um orçamento entre 10 e 20 euros permite encontrar vinhos excecionais.

7. O que é nacional é bom!

Não é preciso comprar um vinho internacional e exótico para ser bom, Portugal está repleto de grandes vinhos e as crescentes distinções e prémios mundialmente reconhecidos tornam esta afirmação inegável. Além disso, cada vez que se opta por comprar uma garrafa de vinho nacional, existe o benefício adicional de reduzir a pegada ecológica mundial, uma vez que vinhos de vinhas próximas requerem transporte de menor duração. Além disso, contribui-se ativamente para ajudar a economia nacional e as comunidades locais.   

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Fonte: https://clubedevinhos.com/artigos/como-escolher-bom-vinho-para-jantar-especial

Solar do duque

Portugal é um país com fortes tradições vitivinícolas e é por isso que os vinhos portugueses são tão apreciados e motivam a conquista de novos admiradores, prémios e distinções honrosas. Na capital portuguesa, o vinho tem-se tornado cada vez mais importante para o turismo de Lisboa. Vamos perceber o porquê disto acontecer!

O enoturismo em Portugal

O enoturismo é uma vertente do turismo que tem alcançado enorme sucesso em Portugal, principalmente nas regiões de maior produção de vinhos afamados como é o caso do Douro, do Alentejo e do Algarve. Caracterizado por permitir ao turista participar ativamente em todas as fases de produção do vinho, inclusive nas vindimas, o enoturismo estende-se ao alojamento rústico e confortável, à relativa intimidade da convivência com os produtores de vinho e à degustação de iguarias regionais. Neste capítulo, Lisboa tem sabido tirar proveito desta crescente paixão dos turistas pelo vinho português ao divulgar as Rotas de Vinho das diferentes regiões, ao organizar provas e degustações e atividades culturais alusivas ao processo de produção dos diferentes vinhos.

A cidade de Lisboa como uma montra dos vinhos portugueses

A cidade de Lisboa pode funcionar como uma autêntica montra dos vinhos portugueses e é por isso que o turismo do vinho é tão importante para a capital e para os produtores portugueses. Os turistas têm, por norma, poucos dias para aproveitar as suas férias em Portugal e para conhecer todos os locais vitivinícolas do país. Dessa forma, é fundamental que Lisboa reúna as melhores castas para que os turistas as experimentem e num dia queiram repetir a experiência e voltar ao nosso país.

Mesmo quem não é entendido gosta de saborear um bom vinho

Os turistas procuram por produtos locais de interesse e de boa qualidade. Os vinhos portugueses fazem parte de todos os roteiros gastronómicos e são de consumo obrigatório até mesmo para aqueles turistas que não são grandes entendedores de vinhos. Porém, no geral, degustar um bom vinho está enraizado nos hábitos dos turistas que chegam a Lisboa e que pretendem deliciar-se com os aromas, cores, cheiros e sabores dos vinhos lusitanos.
À medida que a fama dos vinhos portugueses se vai expandindo além-fronteiras são cada vez mais os turistas que chegam a Lisboa à procura da confirmação do que ouviram contar nas suas terras. E a cidade de Lisboa tem sabido corresponder às expectativas criadas ao contribuir para o sucesso do vinho e da respetiva tradição portuguesa.

O crescente interesse pelo vinho possibilita a realização de outras atividades

O interesse gerado pelo crescimento e expansão do vinho veio fazer com que a cidade de Lisboa oferecesse outro tipo de atividades aos seus visitantes. Se até há pouco tempo atrás o vinho se limitava a ser um componente das refeições nos melhores restaurantes de Lisboa, hoje em dia as provas e as degustações que acontecem pela cidade trouxeram o vinho ao convívio de todos e acrescentaram diferentes possibilidades de diversão para todos os turistas nacionais e internacionais.

O turismo do vinho veio confirmar que se deve valorizar aquilo em que se é bom

O êxito do turismo do vinho em Lisboa veio confirmar a importância de cada região mostrar as suas mais-valias. A cidade de Lisboa tem boa gente, sol, calor no verão, clima temperado no inverno, praias lindíssimas, zonas de lazer imperdíveis e assumiu recentemente que tem sardinhas saborosas capazes de encantar o paladar dos turistas. Contudo, parece finalmente ter descoberto o filão de ouro que é o vinho. A importância do vinho no turismo de Lisboa corresponde a uma nova forma de se programar e encarar o turismo, sem falsos pudores e sem vergonha de mostrar o que é português e que tanto nos orgulha.

O turismo em Lisboa faz-se de muitas e diversas maneiras existindo oferta para todos os gostos, preferências e bolsas. O turismo do vinho é uma aposta ganha num produto que é nacional e que tem um potencial imenso para se desenvolver e transformar numa mais-valia para a economia portuguesa.

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Fonte: https://clubedevinhos.com/artigos/import-ncia-vinho-para-turismo-lisboa

Como combinar vinho e queijo - 20Nov2018 16:40:49
Mesa de vinhos e queijos

Que tal uma noite na companhia de queijos, vinhos e bons amigos? Uma combinação como esta é sempre muito agradável, uma vez que leva a uma atmosfera aconchegante, traz benefícios para a saúde e proporciona momentos maravilhosos na memória de todos. Se não sabe como fazer estas combinações, então chegou o momento de aprender. Se já souber, é chegada a hora de relembrar! Seja qual for o seu grau de conhecimento sobre este assunto, aproveite as sugestões que se seguem e comece a organizar já a sua lista de convidados.

Como tudo começa?

Tudo começa com as porções adequadas. É preciso deixar os convidados com um ?gostinho na boca de quero mais?. Portanto, faça uma previsão média dos consumos dos convidados. Em média, cada pessoa ingere cerca de 150 a 200 gramas de queijo, come 2 ou 3 pães e bebe cerca de meia garrafa de vinho. Tenha o cuidado de não se esquecer das torradas, das bolachas, dos patés e das frutas. Dessa forma, calcule as quantidades necessárias para o seu evento e comece a pensar na diversificação de sabores.

Os queijos escolhidos

A mesa dos queijos deverá ter uma faca e uma tábua para cada uma das variedades de queijo apresentada. No geral, os queijos devem ser divididos em 3 tipos diferentes:

  1. Os queijos suaves: Petit Suisse, Saint Paulin, Edam, Itálico, Emmental, Gouda, Cobocó e Catupiry
  2. Os queijos medianos: Brie, Gruyère, Tête de Moine, Caccio Cavalo, Camembert, Cheddar, Chèvre e Serro
  3. Os queijos fortes: Roquefort, Gorgonzola, Provolone, Port Salut, Pecorino, Taleggio, Sardo e Valençay

Os vinhos apresentados

Ofereça, no mínimo, quatro tipos de vinhos diferentes, variando entre um branco seco, um tinto leve, um tinto encorpado e um doce, para ser servido ao final do evento. Opte por marcas de qualidade, de acordo com a casta de uvas indicada para cada paladar. Observe as recomendações seguintes:

  1. Branco seco: Viognier ou Sauvignon Blanc
  2. Tinto leve: Pinot Noir ou Malbec
  3. Tinto encorpado: Cabernet Sauvignon ou Carmenère
  4. Doce: Vinho do Porto

As combinações que poderão ser realizadas

A harmonização dos paladares é simples: os queijos suaves acompanham os vinhos tintos mais leves; os queijos de sabor mediano, os vinhos tintos leves ou brancos secos. Os queijos de sabor forte combinam com os vinhos tintos mais encorpados.

Pães, torradas e afins

Não sirva pães com temperos acentuados (como os com sabor de calabresa, por exemplo). Lembre-se que os pães são coadjuvantes, não devendo interferir no sabor dos queijos. Por isso, opte por aqueles que não são condimentados, como por exemplo:

  • Pão italiano, pão francês e baguete
  • Os pães mais rústicos também acompanham bem os paladares dos queijos
  • As torradas devem ser servidas sem tempero (não podem conter orégano, por exemplo), e as bolachas devem ter espessura fina

Um detalhe importante: para acompanhar os pães e torradas, ofereça sempre duas ou três opções de pastinhas de queijo, que podem ser feitas à base de queijo cremoso.

Frutas?

Sim. As frutas são excelentes acompanhantes de queijos e vinhos, além de serem parte integrante da decoração da mesa. Sirva frutas da estação, mas não opte pelas cítricas, que podem alterar o paladar e, assim, descaracterizar os sabores marcantes dos principais componentes.

Algumas recomendações importantes

  • Nunca congele os queijos para que os sabores e os aromas não se alterem.
  • Compre seus queijos o mais próximo possível do evento (de preferência na véspera).
  • Na hora de servir, fique atento à consistência dos queijos. Os que têm corpo menos rígido (ou massa mole) devem ser retirados do frigorífico cerca de 30 minutos antes de começar o evento; os mais encorpados precisam de ser retirados, no mínimo, com duas horas de antecedência.
  • Os queijos devem ser dispostos em pedaços inteiros, totalmente sem embalagem e, se possível, em tábuas separadas.
  • Identifique os países de origem e os nomes dos queijos com uma placa de papel fincada em cada um deles.
  • Sirva os vinhos a uma temperatura entre os 18º e os 20º C. No entanto, todos eles devem ser abertos cerca de 15 minutos antes da respetiva degustação.
  • Os champanhes combinam com todos os queijos.
  • Os vinhos mais fortes combinam com os cálices mais largos.
  • Os pães devem ser servidos inteiros; nunca os fatie previamente.
  • As águas sem gás e minerais devem estar presentes na mesa.
  • Nunca sirva refrigerantes.
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Fonte: https://clubedevinhos.com/artigos/como-combinar-vinho-queijo

Quando se é convidado para um jantar ou festa, a boa educação pede que se leve algo para presentear o anfitrião. Uma opção que é muito útil e bastante apreciada para essas ocasiões é a oferta de uma garrafa de vinho. São diversas as opções no que toca a tipos e preços de vinhos, mas escolher o rótulo ideal para a ocasião pode não ser tarefa simples? mas também não é impossível.

Dicas básicas

Deve ter-se o bom senso de escolher o vinho certo, adequado ao evento para o qual se é convidado. Primeiro, saiba se o anfitrião é um conhecedor de vinho. Se não for, torna-se mais fácil escolher, uma vez que pode presenteá-lo com um vinho de qualidade, sem gastar muito dinheiro. As opções de vinhos argentinos, chilenos e neozelandeses geralmente têm um preço acessível por um vinho de qualidade. A estação do ano e a temperatura local são fatores influentes na escolha do vinho. Para dias mais frios, é ideal oferecer ao anfitrião um vinho mais encorpado, de preferência vinho tinto. No verão, a melhor opção são os vinhos mais refrescantes e suaves, preferencialmente os espumantes, vinhos brancos e rosés, embora alguns tintos mais leves e frutados também possam ser degustados em dias quentes.

Cábula de vinhos

Para se ter uma noção básica sobre vinhos, deve ser observada a presença das seguintes uvas na produção da grande maioria dos vinhos consumidos no mundo:

  • Cabernet Sauvignon: uva para vinho tinto produzida e cultivada há centenas de anos. Repousa em barris, com a finalidade de encorpar e suavizar os taninos. Ideal para ser consumida com carnes vermelhas e queijos fortes.
  • Merlot: é uma uva com maior suavidade do que a Cabernet Sauvignon, igualmente ideal para vinhos tintos. Bom acompanhamento para carnes de porco, queijos amarelos, carnes de caça e batatas assadas. É uma das uvas com maior cultivo no mundo.
  • Chardonnay: uva utilizada na produção de vinho branco. Os vinhos produzidos com esta uva são suaves e acompanham harmoniosamente peixes, risotos, massas, frango e até saladas. O vinho geralmente tem um aroma de frutas tropicais e baunilha.
  • Sauvignon Blanc: uva que tem na acidez a sua característica mais marcante. Produz vinhos brancos que devem ser consumidos ainda novos. Pratos ácidos como peixes e frutos do mar temperados com limão, comidas orientais e alguns queijos são o parceiro perfeito para um vinho Sauvignon Blanc.

Para o apreciador de vinhos

Se a pessoa for apreciadora de vinhos, mas não especialista, tente lembrar-se do último vinho que bebeu na sua casa, se prefere tinto, branco, rosé ou um vinho espumante. Outra alternativa é presentear o anfitrião com um vinho proveniente de um local exótico, um vinho novo no mercado ou então um vinho com um rótulo altamente apelativo ? aguçando assim a curiosidade do apreciador.

Para o especialista de vinhos

Agora, para presentear um conhecedor de vinhos, especialista no tema, o ideal é apostar em rótulos consagrados para não errar. Existem vinhos premiados que dificilmente não irão satisfazer o paladar de um verdadeiro apreciador de vinhos. Por norma, os conhecedores de vinhos também têm uma marca ou casta favorita, o que também facilita a escolha.

Vinhos especiais, para pessoas especiais

Se o anfitrião for defensor de causas ecológicas, preocupado com o futuro ambiental do planeta, porque não surpreendê-lo com um vinho ecológico, de produção orgânica. Esses vinhos seguem um processo de produção amigo do ambiente e são certificados para que se comprove precisamente essa produção orgânica. Em alternativa, o anfitrião pode ser agradado também de acordo com as suas origens. Se for português ou descendente de portugueses, escolha um bom vinho do Porto ou outro rótulo de um consagrado vinho português. O mesmo serve para vinhos italianos, franceses, australianos, chilenos, ou qualquer país que tenha produção de vinho e que seja ligado, de alguma maneira, à pessoa que fez o convite. Se o anfitrião sonha com uma viagem a um destes países ou vai visitá-lo em breve, escolher um vinho desse destino é outra excelente sugestão.

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Fonte: https://clubedevinhos.com/artigos/como-escolher-garrafa-vinho-para-oferecer-seu-anfitri

O Dia de S. Valentim é celebrado por milhões de pessoas. Trocam-se mensagens. Deixa-se o romantismo vir ao de cima? Um dos rituais dos apaixonados é partilhar uma refeição e, claro está, uma boa garrafa de vinho. Saber escolher faz toda a diferença.

O par ideal

Como no amor, também existem ligações especiais, que fazem magia acontecer entre um vinho e um prato. Não é correto optar sempre pelo mesmo vinho, por muito que se goste dele. Há sabores que se conjugam na perfeição. Mas, com tanta oferta no mercado, não é fácil decidir. Nós damos uma ajuda? para que possam fazer um delicioso brinde ao amor. 

1. Esporão Private Selection, Branco, 2012

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Um branco equilibrado que oferece calor e envolvência, além de frescura. Essa contradição na boca faz dele uma experiência memorável. Boa escolha para pescado condimentado ou variadas receitas de bacalhau.  

2. Palácio da Brejoeira Alvarinho

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Acorda os sentidos. Com notas frutadas, não evita uma acidez saltitante mas, em simultâneo, macio e envolvente. Magnífica opção para acompanhar pratos de queijo intenso e confeções de aves. Sendo um vinho verde, vai naturalmente bem com marisco e peixe. 

3. Cova da Ursa, Branco, 2011

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Este monocasta Chardonnay apresenta sabores a pêssego e a baunilha, exaltados pela acidez de um branco jovem. Preferência acertada para um prato requintado de salmão ou produções culinárias com atum fresco. 

4. Terras do Demo Malvasia Fina, Espumante Bruto, 2010

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Nome e garrafa sugestivos, porque os olhos também bebem, este espumante é um Bruto do Távora. Persistente e intenso, muito fresco, serpenteia entre aromas das flores da casta malvasia. O ideal para marisco e moluscos. 

5. Quinta da Alorna, Reserva 2010, Tinto

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Castas Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon, é um tinto requintado no paladar. Identificam-se flores, frutos silvestres e especiarias. Sabores ricos que pedem iguais parceiros. Acompanha pratos de carne mais complexos no tempero, como caça e cabrito. 

6. Tinto da Ânfora, 2011

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Sabor alentejano numa sábia composição de 4 castas: Aragonez, Trincadeira, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon. O toque acerejado e o final quente, que lembra a baunilha, fazem dele o parceiro ideal para degustar sabores tradicionais alentejanos. 

7. Casal Garcia Sparkling Rosé, Meio Seco

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A garrafa mais romântica da seleção e o seu aspeto rosa límpido, deixam adivinhar sabores silvestres e frescos. É um espumante com aromas a fruta, que acompanha muito bem refeições leves e sobremesas. Pode também ser degustado como aperitivo. 

8. BSE, Branco, 2012

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Nascido na península de Setúbal, junta três castas ? Antão Vaz, Arinto e Fernão Pires ? que fazem dele um vinho equilibrado. Entre o ácido e o frutado ficam laivos de ananás. Aveludado, é ideal para os apreciadores dos sabores a mar, peixe fumado e sushi. 

9. Terras do Pó, Tinto, 2012

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Um tinto jovem que dá cartas no sabor e ladeia com escolhas mais dispendiosas. Bom corpo na prova, frutado e amadeirado. Especialmente interessante com carnes vermelhas e assados, assertivo com queijos. Excelente relação qualidade/preço.

10. Lancers Rosé

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Geométrico e irresistível, é um dos vinhos portugueses mais conhecidos no mundo. Rosé ligeiramente gaseificado e com notas tropicais. Realça o sabor de pratos mais condimentados e até picantes. Servir bem fresco.

Os vinhos apresentados nesta seleção para o Dia dos Namorados, foram escolhidos pelas suas qualidades organoléticas e possíveis conjugações com uma ementa muito variada. Assim, qualquer que seja a escolha do prato para este dia romântico, pode encontrar aqui a opção que melhor o acompanhe ou realce. Afinal, despertar boas sensações é, certamente, uma boa aposta no dia de S. Valentim.

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Fonte: https://clubedevinhos.com/artigos/10-vinhos-rom-nticos-para-servir-dia-namorados

A ceia de Natal é um evento festivo de grandes emoções onde são servidos os melhores pratos gastronómicos e as bebidas mais saborosas. No caso dos vinhos brancos, à semelhança dos vinhos tintos, é fundamental que eles combinem muito bem com os petiscos servidos. Conheça os 10 melhores vinhos brancos para servir na ceia de Natal e usufrua de uma refeição equilibrada e deliciosa.

1. Mundus Branco Leve

O Mundus Branco Leve é um vinho branco corrente com um aroma muito suave que é produzido na região da Estremadura. Ele tem um teor alcoólico de 9,5% e combina muito bem com os pratos de bacalhau, como o bacalhau com todos, uma vez que é bastante equilibrado e distinto.

Preço médio: 2 euros/6 reais

2. Alma da Beira

Este vinho é proveniente da Região da Beira Interior, tem um teor alcoólico de 13,5%, um aroma muito suave e pouca acidez. Trata-se do vinho ideal para ser servido numa ocasião especial, como por exemplo na ceia de Natal, uma vez que combina muito bem com todos os alimentos. Ele pode ser servido nas entradas, como acompanhamento dos pratos principais (como o bacalhau cozido ou o peru recheado) ou até na prova de queijos frescos.

Preço médio: 5 euros/16 reais

3. Terra D´Alter

O Terra D´Alter é um vinho jovem que utiliza as principais castas de vinho branco e é produzido na região do Alentejo. Ele apresenta um teor alcoólico de 13,5%, tem um aroma intenso a frutos tropicais, o que faz dele uma excelente opção para as entradas. Além disso, também é de realçar que combina muito bem com queijos e enchidos.

Preço médio: 3 euros/9 reais

4. Fiuza Sauvignon

O Fiuza Sauvignon é um vinho branco suave de excelência que apresenta 12,5% de teor alcoólico. É, sem dúvida, uma excelente opção para acompanhar o tradicional prato de bacalhau com batatas cozidas na ceia de Natal, mas também combina muito bem com todo o tipo de pratos vegetarianos.

Preço médio: 6 euros/19 reais

5. Terras do Sado

O Terras do Sado é um vinho regional da Península de Setúbal que ostenta 12% de teor alcoólico. Trata-se de um vinho seco com um aroma frutado, sendo por isso uma das melhores opções para as entradas. Ele também combina muito bem com os queijos e pratos de marisco e deve ser servido bem fresco.

Preço médio: 3 euros/9 reais

6. Serras de Azeitão

O Serras de Azeitão é um vinho branco suave e de aroma frutado a citrinos, ananás e pêssego com notas florais. Trata-se de um néctar com 13,5% de teor alcoólico que combina muito bem com as entradas de marisco ou com os pratos mais requintados como por exemplo o Polvo à Lagareiro.

Preço médio: 3 euros/9 reais

7. Brejeiro

O Brejeiro é um vinho de mesa branco leve e frutado com apenas 10% de teor alcoólico. Trata-se de uma ótima escolha para acompanhar qualquer refeição, especialmente quando é servido com peru recheado ou bacalhau espiritual. É um vinho adamado e, como tal, pode ser servido nas entradas de carnes frias.

Preço médio: 2 euros/6 reais

8. Monsaraz

O Monsaraz é um dos vinhos brancos mais populares da região do Alentejo. Ele apresenta um teor alcoólico de 13%, tem um aroma macio e complexo e deixa um sabor final muito suave e refrescante. Este vinho acompanha muito bem as saladas frias que, normalmente, são servidas nas entradas e os pratos de marisco e carnes brancas.

Preço médio: 4 euros/12 reais

9. Dona Ermelinda

O Dona Ermelinda é um vinho regional da Península de Setúbal com 13,5% de teor alcoólico. Ele apresenta uma cor dourada tipo palha muito apelativa, tem um aroma frutado e intenso com algumas notas a frutos tropicais e mel e apresenta-se na boca com um grande equilíbrio ao nível da acidez, dos açúcares, do álcool  e da madeira. É, sem dúvida, uma excelente seleção para acompanhar as tradicionais sobremesas de Natal, como o tronco, as rabanadas e/ou os sonhos.

Preço médio: 4 euros/12 reais

10. Porca de Murça

O Porca de Murça é um vinho branco jovem da região do Douro que apresenta uma cor citrina com notas florais de lima e uma acidez única que o torna bastante refrescante. Ele tem 13% de teor alcoólico e é uma excelente opção para acompanhar pratos de peixe como o bacalhau com batatas cozidas que é servido na ceia de Natal. Também é de destacar que combina muito bem com as saladas frias e com os pratos de marisco que, normalmente, são servidos nas entradas.

Preço médio: 3 euros/9 reais

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Fonte: https://clubedevinhos.com/artigos/10-melhores-vinhos-brancos-para-servir-ceia-natal

A ceia de Natal é uma época de festa onde a família e os amigos mais próximos se reúnem à volta da mesa. A preparação dos pratos principais segue, normalmente, determinadas tradições regionais ou familiares, o que faz com que alguns vinhos tintos se adaptem melhor do que outros. Longe vão os tempos em que a escolha de uma garrafa de vinho era uma opção rígida: vinho branco para o peixe e vinho tinto para a carne. Hoje em dia, a escolha de vinhos é muito mais flexível e um bom tinto tanto pode acompanhar um prato de carne como um de peixe. Nesse sentido, saiba quais são os 10 melhores vinhos tintos para servir na ceia de Natal e conheça os pratos que melhor combinam com eles.

1. Herdade das Servas 2008

Este é um vinho tinto alentejano que combina muito bem com o bacalhau cozido e os legumes que são servidos na ceia de Natal. Ele é composto por uvas das castas Aragonês, Touriga Nacional, Alicante Boushet e Syrah e apresenta um teor alcoólico de 15%. Trata-se de um vinho forte de cor rubi escura, tem um aroma a frutos vermelhos e um paladar final agradável e persistente.

Preço médio: 10 euros/30 reais

2. Dom Divino Dão 2005

O Dom Divino 2005 da região do Dão é um vinho tinto muito suave e acessível que acompanha muito bem qualquer tipo de refeição. Para a ceia de Natal, escolha o Dom Divino de cor rubi com teor alcoólico de 12,5%, uma vez que se trata de uma excelente opção para os palatos mais ou menos exigentes. Ele tem um aroma suave a frutos vermelhos, não deixa um sabor forte na boca e acompanha muito bem os pratos de bacalhau e/ou de peru.

Preço médio: 2 euros/6 reais

3. Mundus 2007

O Mundus 2007 é um vinho tinto da região da Estremadura com um teor alcoólico de 13,5%. Trata-se de um néctar excecional com um sabor distinto a compota, fruta e tabaco, o que faz dele uma ótima escolha para acompanhar um prato de peru no forno com ameixas.

Preço médio: 4 euros/12 reais

4. Serras de Azeitão 2008

Este vinho tinto é proveniente das terras do Sado e apresenta o selo da qualidade da bacalhoa. Trata-se de um vinho tinto muito sofisticado, harmonioso e com forte aroma a frutos silvestres. Ele combina muito bem com pratos de carne, especialmente com assados.

Preço médio: 4euros/12 reais

5. Rapariga da Quinta 2008

 

A Rapariga da Quinta 2008 é um vinho tinto robusto com um teor alcoólico de 14,5%. Ele é constituído pelas principais castas Touriga Nacional, Trincadeira e Aragonês e combina muito bem com pratos mais compostos como por exemplo o Bacalhau à Zé do Pipo ou o Bacalhau à Gomes de Sá.

Preço médio: 9 euros/28 reais

6. Grão Vasco Dão 2006

O Grão Vasco Dão 2006 é um vinho tinto excecional que combina muito bem com qualquer tipo de refeição. Tem um teor alcoólico de 13%, apresenta uma cor rubi e um aroma a fruta vermelha madura. Trata-se de um vinho equilibrado com um sabor final suave e delicado.

Preço médio: 3 euros/9 reais

7. Monte Velho

O Monte Velho é um vinho tinto alentejano que dispensa apresentações, uma vez que se trata de um néctar que pode ser usado em todas as ocasiões, como por exemplo na ceia de Natal. Ele é composto pelas castas Aragonês, Trincadeira, Touriga Nacional e Syrah e tem um teor alcoólico de 14%. O seu sabor final é ligeiramente robusto graças aos aromas de frutos do bosque envoltos em subtis notas de tosta.

Preço médio: 4 euros/12 reais´

8. Duque de Viseu Dão 2006

O Duque de Viseu Dão 2006 é um vinho bastante aromático com toques de chocolate e de fruta madura. Ele tem um teor alcoólico de 13% e é uma ótima escolha para acompanhar um prato de carne assada ou um peru recheado. Por outro lado, também é de realçar que combina muito bem com as sobremesas e/ou petiscos salgados.

Preço médio: 4 euros/12 reais

9. Periquita

 

O Periquita é um dos vinhos tintos portugueses mais populares e apreciados em toda a parte. Ele é produzido com as uvas do tipo Castelão, Trincadeira e Aragonês, tem uma cor rubi brilhante e viva e um aroma de frutas vermelhas maduras excecional. Trata-se de um vinho jovem (apesar dos quase dois séculos de vida), equilibrado e intenso que pode ser consumido de uma forma descontraída em qualquer tipo de refeição.

Preço médio: 8 euros/25 reais

10. Mazouco 2007

O Mazouco é um vinho tinto extraordinário proveniente da região do Douro. Trata-se de um vinho jovem e frutado com um sabor muito intenso. Ele tem um teor alcoólico de 13%, apresenta traços de sabor de ameixa preta e cereja, o que faz dele uma boa escolha para pratos de bacalhau compostos, como o Bacalhau Espiritual, e pratos de carne, como os que são feitos no forno.

Preço médio: 4 euros/12 reais

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Fonte: https://clubedevinhos.com/artigos/10-melhores-vinhos-tintos-para-servir-ceia-natal

Tudo sobre o Vinho do Porto - 20Nov2018 16:40:49

O Vinho do Porto é um dos vinhos mais conhecidos e apreciados em toda a parte. Ele destaca-se dos demais pelas suas características únicas, como por exemplo o elevado teor alcoólico (até 22%), cor, doçura e aroma que variam de acordo com os diferentes tipos existentes.

Apesar de ser conhecido como um vinho adocicado, o Vinho do Porto pode apresentar variações que vão desde o muito doce até ao extra seco. A diferença no grau de doçura é determinada pelo fabricante que se apoia na forma e no tempo em que o processo de fermentação é interrompido.

Tradicionalmente servido como um vinho de sobremesa, o Vinho do Porto surgiu como uma alternativa aos vinhos tradicionais e passou a fazer parte de encontros românticos, sociais ou profissionais, trazendo sempre um toque de elegância aos eventos onde é servido.

A origem e a história do Vinho do Porto

Existem várias teorias a respeito da origem do Vinho do Porto. Uma das mais populares diz que a sua descoberta foi quase acidental. Em meados do século XVII, a Inglaterra adotou Portugal como o seu fornecedor de vinhos. No entanto, como o tempo de ligação entre os dois países era muito demorado, os britânicos adquiriram o hábito de adicionar uma quantidade de água ardente ao vinho para o estabilizar, evitando assim a sua deterioração. Mais tarde, surgiu a ideia de adicionar a aguardente durante o processo de fermentação, enquanto o vinho ainda se apresentava doce, frutado e forte. Assim, o vinho fica com um sabor adocicado e um elevado teor alcoólico. Este é um método de produção que ainda hoje é usado no fabrico do Vinho do Porto.

A produção do Vinho do Porto

O processo de produção do Vinho do Porto inicia-se a partir da seleção de várias castas tradicionais, normalmente da região nativa do Douro, com características marcantes que conferem uma identidade singular ao vinho.

Depois, o fabricante adiciona uma quantidade de aguardente vínica, especialmente selecionada para o processo. O elevado teor de álcool da aguardente faz com que a fermentação seja interrompida, eliminado todo o tipo de leveduras responsáveis pelo processo de conversão do açúcar em álcool, produzindo um vinho equilibrado e de sabor único.

Tipos de Vinho do porto

Em termos gerais, o Vinho do Porto pode ser dividido em duas categorias distintas:

  1. Os que são envelhecidos em barris de madeira
  2. Os que são envelhecidos em garrafa

Todos os vinhos apresentam subdivisões distintas. Ainda que seja usado o mesmo tipo de uvas em todos eles, a seleção, a vinificação e o armazenamento de cada vinho é feita de forma diferente, resultando em produtos com características e sabores extraordinários.

Porto Ruby 

Este rótulo é dado aos vinhos mais jovens, geralmente com idades entre os três e os cinco anos. Eles apresentam uma coloração característica, profunda, bem definida e, acima de tudo, têm um aroma muito intenso. São vinhos feitos a partir de uma mistura de uvas frescas - de diferentes safras e colheitas - e podem combinar com alimentos como os queijos, o chocolate escuro e as frutas silvestres. No fundo são um excelente complemento após o jantar.

Porto Tawny

Este é um Vinho do Porto menos encorpado e com cores mais suaves, quando comparado com o Ruby. Normalmente, é envelhecido em barris de madeira, apresenta-se um pouco mais adocicado e possui um sabor semelhante às nozes. É, sem dúvida, um excelente acompanhamento para queijos tipo cheddar forte, torta de maçã, frutas secas, chocolates, cheesecake e tiramisu.

Porto Reserva

Esta categoria é aplicável aos Tawny e aos Ruby e representa uma versão de maior qualidade desses vinhos.

O Ruby Reserva é um Vinho do Porto feito através de safras cuidadosamente selecionadas. Estas, por sua vez, apresentam um sabor mais frutado e uma maior complexidade e estrutura do que o Ruby tradicional.

Já o Tawny Reserva, é mais aprimorado, possui um aroma amadeirado e de frutos secos, resultante do processo de envelhecimento em madeira por aproximadamente 7 anos. Este tipo de vinho apresenta uma tonalidade que pode variar de acordo com os processos de vinificação, assumindo colorações como vermelho, semelhante ao Ruby, ou acastanhada.

Porto Branco

O Porto Branco é um vinho que difere dos demais devido à cor, doçura e período de envelhecimento. A sua produção é feita a partir de castas brancas, normalmente envelhecidas por 2 ou 3 anos e apresenta estilos que vão do doce ao seco.

Os Portos Brancos jovens são, normalmente, oferecidos no início das refeições, enquanto que os envelhecidos, com um sabor mais intenso e encorpado, são preferencialmente servidos na sobremesa.

Porto Vintage

O Vintage é considerado por muitos apreciadores como um dos melhores vinhos do Porto da atualidade. Ele é produzido a partir de uma única colheita especial. Trata-se de um vinho de excelente qualidade, encorpado, de coloração forte que combina muito bem com queijos, amêndoas e nozes e chocolate.

Late Bottled Vintage

Assim como o Vintage, o Late Bottled Vintage (LBV) é proveniente de um único ano. Contudo, passa mais tempo a ser envelhecido em barris de madeira para que a evolução oxidativa possa ser extremamente lenta. Este tipo de vinho é, normalmente, engarrafado entre quatro a cinco anos após a sua produção, tem um aspeto suave e encorpado e uma coloração avermelhada.

As principais marcas de Vinho do Porto

Em termos oficiais, o verdadeiro vinho do Porto é aquele que é produzido no Vale do Douro, em Portugal, da mesma forma que o champanhe verdadeiro é produzido no bairro de mesmo nome, em Paris, França. Assim sendo, ainda que existam estilos semelhantes ao do Porto produzidos em outras partes do mundo, eles não são considerados Porto verdadeiros.

Atualmente, há uma grande variedade de marcas de Porto no mercado para escolher, com diferentes tipos e preços. Entre muitas outras podemos citar: Andresen, Borges, Croft, Dow?s, Ferreira, Fonseca, Graham?s, Ramos Pinto, Real Companhia Velha, Sandeman, Taylor?s e Warre?s .

A degustação do Vinho do Porto

Como a maioria dos vinhos, o Porto deve ser armazenado num local fresco, mas não excessivamente frio e com pouca humidade. Normalmente, o Porto é servido a uma temperatura entre 15 a 20 graus Celsius, com exceção do Branco e do Tawny, que podem ser degustados um pouco mais gelados.

O vinho do Porto é servido em pequenas quantidades. O copo deve ser ligeiramente menor do que o de vinho branco tradicional, com a parte superior mais estreita que o corpo, e deve estar cheio apenas até a metade, para permitir uma melhor oxigenação do vinho e maior valorização do sabor e do aroma.

Nada melhor para aquecer o corpo no inverno e a alma em todas as estações como um cálice de vinho do porto. Com uma cor, textura e aroma únicos, o Porto é um vinho que não pode ser comparado a nenhum outro, e quando servido como aperitivo ou após as refeições, é sempre capaz de agradar e encantar as pessoas, acrescentando um toque de requinte e bom gosto a qualquer ocasião.

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Fonte: https://clubedevinhos.com/artigos/tudo-sobre-vinho-porto

Para além dos estudiosos e enólogos que aumentam a cada dia, são também cada vez mais os amantes ?amadores? do vinho, esta bebida rica em sabores e em história, pelo que as revistas que abordam o tema proliferam também em todos os países do mundo ? sobretudo naqueles em que o consumo de vinho tem maior peso. Se é um amante deste néctar dos deuses, fique a conhecer algumas das melhores revistas de vinho do mundo, que o podem inspirar e informar sobre tudo o que se relaciona com a temática.

1. Quarterly Review of Wines

Quarterly Review of Wines

Criada em 1977, nos Estados Unidos da América, esta publicação é editada trimestralmente, sendo uma das mais importantes e influentes revistas de vinhos do mundo ? tendo sido inclusive, num estudo recentemente realizado, eleita como uma das três mais importantes revistas do sector. Para a sua edição contribuem especialistas de renome internacional que abordam, para além do vinho, temas relacionados com a alimentação e as viagens.

2. Wine Spectator

Wine Spectator

Dedicada ao vinho desde 1976, esta revista americana que sai 15 vezes ao ano, é a que apresenta maior tiragem e distribuição, com uma circulação média de 2,2 milhões de exemplares. Aborda temas tão distintos quanto as regiões vinícolas, a degustação de vinhos, viagens e restaurantes, para além de elaborar anualmente um ranking dos 100 melhores vinhos e variedades testadas pelos organizadores a cada ano.

3. Revista de Vinhos

Revista de Vinhos

Desde 1993 que, todos os meses, a Revista de Vinhos se tem vindo a destacar em Portugal, e não só, como uma publicação premium no que a vinhos e gastronomia diz respeito. Com um plano editorial assente nas provas de vinhos, visitas a produtores e regiões vínicas nacionais e estrangeiras, entrevistas com personalidades desta área, artigos de opinião sobre vinho e gastronomia, a revista publica ainda diversas edições especiais todos os anos.

4. Wine Enthusiast Magazine

Wine Enthusiast Magazine

A revista Wine Enthusiast foi fundada em 1988, com o objetivo de informar mensalmente os consumidores de vinho acerca de regiões vinícolas, degustação, bebidas espirituosas, restaurantes e viagens ? tendo sido considerada uma das mais importantes revistas do mundo dedicada exclusivamente ao vinho e às bebidas espirituosas.

5. Decanter

Decanter

Criada em 1975, a Decanter é a principal revista de vinhos no Reino Unido. Publicada mensalmente, focaliza a sua abordagem no vinho e nas vinhas, e lista regularmente os vinhos mais recomendados, após criteriosas provas de seleção. Lida em mais de 90 países, esta publicação recomenda mais de 4.000 vinhos por ano.

6. Wine & Spirits

Wine & Spirits

Com sete exemplares por ano e cerca de 200.000 leitores por edição, esta revista foi criada em 1982, nos Estados Unidos da América, e aposta na educação das pessoas sobre o vinho. Ao mesmo tempo, relaciona e escolhe os alimentos mais apropriados para cada tipo de vinho, através de uma informação prática e interessante.

7. Revista Wine

Revista Wine

A Revista Wine é ?a essência do vinho? entre páginas onde, todos os meses, uma nova edição delicia os apreciadores do néctar dos deuses com notícias, reportagens, entrevistas e notas de prova, entre outras informações úteis. Com uma imagem refrescante e um design apelativo, desde a sua estreia em 2007 que a publicação tem ganho em projeção e fãs, intitulando-se atualmente como ?uma publicação de referência em Portugal, especializada em vinhos, gastronomia e enoturismo?.

8. Wines & Vines

Wines & Vines

A revista Wines & Vines, fundada em 1919 nos Estados Unidos da América, oferece uma vasta coleção de temas, sempre relacionados com o vinho, sendo considerada para muitos como a "bíblia" da indústria do vinho e da uva. Inclui listas detalhadas de adegas, produtores, distribuidores e fornecedores, numa verdadeira viagem ao mundo do vinho?

9. Winetaste

Winetaste

A Winetaste foi fundada em 1978 e é a revista bimestral de vinhos independente líder na Austrália e Nova Zelândia. Aborda informações sobre vinho, comida e o ambiente local das regiões dedicadas à produção e dinamização vinícola, apresentando uma base de circulação nacional de 25.000 exemplares, com um público estimado de mais de 100.000 leitores.

10. Revista Adega

Revista Adega

A maior revista de vinho do Brasil ? Adega ? apresenta o mundo do vinho desde 2005, abordando as suas mais diversas vertentes: histórica, cultural, turística, gastronómica e social. Através de entrevistas com grandes personalidades do mundo vinícola, avaliações independentes de centenas de vinhos, os melhores restaurantes para saborear um bom vinho e como combiná-lo com o melhor da gastronomia, vive-se o lifestyle do vinho, em formato papel?

 

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Fonte: https://clubedevinhos.com/artigos/top-10-revistas-vinho-mundo