Deus criou a água, mas o homem fez o Vinho


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Adoradores de vinho

- 27Ago2013 03:00:00
Tábua de frios

    Para acompanhar um bom vinho, a tábua de frios é uma boa opção, recentemente estive com Vanessa em Gramado-RS. Visitamos uma vinícula pequena familiar e uma outra grande a nível industrial.
Depois publicaremos nossa impressão sobre essas visitas.



Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2013/08/para-acompanhar-um-bom-vinho-tabua-de.html

Ausência - 26Dez2010 17:52:00
Devido a vida pessoal nossa estavamos meio ausentes, breve novidades do mundo de Baco

Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2010/12/ausencia.html

Esse restaurante dos hermanos, fica localizado Rua da Hora, 712 no bairro do espinheiro, um bom local para almoçar, tive o prazer de jantar no dia 07/05/2009, sua cozinha originalmente sob consultoria do chef Leandro Ricardo. O prato que pedi e que minha companhia pediu foram divinos, acompanhamos os pratos com um tinto Norton Malbec.

Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2009/05/cafe-porteno-restaurante-argentino.html

Vinho no cinema - 10Mai2009 01:00:00
Fui atrás de pesquisar filmes onde tenham vinhos como fundo de tema, esse é um romance muito bom e que vale a pena ser visto, de prederência com um bom vinho tinto seco, e com "aquela pessoa". Espero fazer isso em breve.


Caminhando nas Nuvens
Após retornar da guerra, homem descobre que seu casamento foi um erro. Em meio a uma viagem encontra uma jovem grávida que foi abandonada pelo pai da criança que espera. Querendo ajudá-la, ele se oferece para se fazer de seu marido, para evitar que sua família faça com que ela caia em desgraça. Dirigido por Alfonso Arau (E Sua Mãe Também) e com Keanu Reeves e Anthony Quinn no elenco.



Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2009/05/vinho-no-cinema.html

- 30Abr2009 05:02:00


Nesta quarta-feira dia 29/04/2009. Vanessa teve a idéia de combinar duas paixões nossa, Sushi+Vinho, antes fez uma pesquisa pela internet e o resultado de sua pesquisa está no post anterior a este, o vinho brasileiro Sushi Vin(Restaurante Itiban, bairro da torre R$ 25,00 a garrafa), o argentino Oroya(Inga bairro de casa forte R$ 26,00 a garrafa), ambos vinhos brancos. Fui em busca das garrafas deles pois iriámos apreciar nesta noite vendo um filme, se bem que na hora optamos por ouvir músicas na varanda aqui do apartamento, clima agradável, com companhia sem igual.
Sushi compramos aqui perto tava bom demais, nos empanturramos, quanto ao vinho abrimos o Sushi Vin, na minha opinião um vinho branco muito do fraco, para não dizer ruin mesmo, entendo que para não perder o sabor do sushi o vinho deve ser bem leve, mas exageraram na fabricação desse, deveriam tentar aprimorá-lo mais porque desse jeito ele está fadado ao fracasso, precisa melhorar o sabor do vinho.
O Argentino vamos provar em outro momento, na Inga nos indicaram que poderia ser usado espumante também, mais deixemos isso para um outro post.


Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2009/04/nesta-quarta-feira-dia-29042009.html

Vinho com sushi??? - 28Abr2009 21:26:00

Eu estou pretendendo experimentar essa mistura e, para tanto, fui pesquisar e saber se combinam. Me surpreendi com o que achei. Compartilho agora com vocês.

Existem hoje no mercado algumas interessantes opções de vinhos feitas exclusivamente para acompanhar a comida japonesa.

Uma delas é o argentino Oroya, produzido na região de Mendoza, na Argentina. A bebida foi desenvolvida pela enóloga japonesa Yoko Sato, que utilizou as uvas Torrontés e Pinot Noir na composição. Não passou por madeira, tem acidez controlada e aroma de frutas de pomar, sobretudo maçã, e certa base floral. Enfim, um vinho leve, de fácil consumo e que, em tese, pode combinar as delicadas peças da cozinha japonesa. E funciona.


Outra opção é o brasileiro Sushi Vin. Produzido na Serra Gaúcha, de paladar leve e equilibrado, é uma combinação de três varietais, Chardonnay, para aportar mais estrutura e acidez, Malvasia Bianca e Moscato para conferir o aroma frutado apropriado e necessário à harmonização com a cozinha oriental, especialmente o peixe e o arroz. É um vinho jovem ? os cortes são da safra do ano ? o que lhe confere uma coloração delicada, amarelo palha, com excelente retrogosto.A proposta do primeiro vinho nacional feito para harmonização com a gastronomia oriental é de uma bebida leve e refrescante, com ricos aromas. Foi criado em parceria por uma equipe composta por agrônomos, enólogos e sommeliers, em busca do equilíbrio com a comida japonesa. A sugestão de temperatura para consumo é bem gelado, de 6 a 8 ºC.


O problema em casar vinho com pratos japoneses começa na hora em que se acrescentam o gengibre, o wasabi (raiz forte) e o shoyu. Verdadeiros ladrões de sabores, os três condimentos costumam atropelar qualquer tipo de bebida durante a refeição. Com vinhos não é diferente. Podem ser usados, mas com parcimônia.


Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2009/04/vinho-com-sushi.html

Divino Vinho - 07Dez2008 00:04:00
A colheita da uva - Pintura de Vicente P.

A literatura do vinho nos deixa em dúvida para certificarmos a sua origem com precisão, principalmente onde nasceu, criou-se e quais foram seus inventores. Há relatos históricos diversos, o bastante para confundirmos.


"Fósseis de videiras foram encontrados por arqueólogos datando cerca de 50 milhões de anos, na zona que corresponde à Groelândia, Europa Central, América do Norte e Japão."
"A História do Vinho vai bem além dos nossos conhecimentos. Os primeiros testemunhos de sua antiguidade conhecidos hoje datam de 6000 anos a.C. (Era Neolítica) em região próxima ao Egito. Foram encontrados diversos indícios que comprovam que os habitantes (não os nômades) daquela região consumiam e armazenavam vinho."
"Os egípcios, cerca de 2000 a.C, foram os primeiros a industrializar o vinho. Faraós e seus familiares levavam para os seus túmulos escravos e jarras de vinho para o pós morte. Foram encontrados jarros com hieróglifos determinando a origem do vinho, contendo muitas vezes o nome do faraó (o que determina um período) a região e produtor."
"A realidade vínica, no entanto, se aproxima mais de nossa experiência de vida com a expansão da dominação grega iniciada 1000 a.C. Foi então que o vinho chegou pela primeira vez nos países nos quais se estabeleceria seu autêntico lar: Itália e França."
Na Turquia, em Damasco, na Síria, no Líbano e na Jordânia, onde foi encontrada semente de uva da idade da pedra cerca de 8000 anos a.C., mas foi na Geórgia (Rússia) que descobriram as sementes de uva mais antigas, e foram datadas por marcação de carbono por volta de 7000-5000 a.C.
Os Egípcios foram os primeiros a registrar os detalhes da vinificação em suas pinturas, mas eles não foram os primeiros a fabricar o vinho.
Existiram lendas de onde começou a produção do vinho, uma delas está escrito no velho testamento, no capítulo 9 de Gênesis, sobre Noé que, depois de retirar os animais, plantou um vinhedo, fez o vinho, bebeu e se embriagou.
Embora envolto em muitas dúvidas e mitos, pensa-se que a vinha tenha sido cultivada pela primeira vez em terras da Península Ibérica (vale do Tejo e Sado), cerca de 2000 anos a.C. pelos Tartessos, dos mais antigos habitantes desta Península, cuja civilização parece ter sido bem avançada.
No século VII a.C. os Gregos instalaram-se na Península Ibérica e desenvolveram a vinicultura, dando uma particular atenção à arte de fazer vinho. Na necrópole de Alcácer do Sal foi encontrada uma "cratera" grega de sino, vaso onde os gregos diluíam o vinho com água antes de o consumirem.

Fonte: http://www.pousadadascores.com.br/culinaria/vinho/historia_vinho.htm

Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2008/12/divino-vinho.html

Fonte do Nico Fashion - 01Dez2008 14:29:00

Apesar de não gostar muito de vinho branco, hoje vou abrir exceção para falar desse. Tive o prazer de degustá-lo no evento da Ingá e foi muito prazeroso. O nome já parece demonstrar algo de diferente e foi o que achei. Ele é refrescante, sem aquele tom enjoado da maioria dos brancos e só faltou borbulhar na minha boca de tão gostoso que achei. O valor é em média R$ 20.

Abaixo segue a ficha criminal(rs) dele:

País: Portugal
Região Produtora: Península de Setúbal
Classificação: Branco
Produtor: Adega de Pegões 
Variedade: 90% Moscatel de Setúbal e 10% Arinto.
Clima: Mediterrâneo continental
Solo: Podzolizado de areia e arenitos
Teor Alcoólico: 10º GL
Temperatura de Consumo: 12º C

Vinificação:

Optou-se por uma ligeira maceração pelicular, seguida pela fermentação alcoólica sob temperatura controlada. Não foi realizado nenhum envelhecimento com o objetivo de se manter o teor perfeito de acidez e frescor. Mantém-se em ótimas condições durante 2 anos.

Descrição:

Sua cor é cítrica, com aroma intenso, frutado e fresco. Possui boa acidez e estrutura. Acompanha peixes, saladas, mariscos e como aperitivo.



Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2008/12/fonte-do-nico-fashion.html

Mais um vinho da adega cartuxa - 20Nov2008 15:06:00

Mais barato que o cartuxa, o vinho português EA (Eugênio Almeida), muito saboroso é um bom custo beneficio.
Nos restaurantes seu preço gira em torno de R$ 59,00. Porém nos mercados ele fica em torno dos R$ 33,00.



- BOA COMPRA pelo Guia de Vinhos da Revista GULA (edição 2006) - safra 2005

 

REGIÃO: Alentejo, Portugal

 

UVAS: Aragonez, Trincadeira, Alfrocheiro, Castelão, Tinta Caiada e Moreto

 

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Vinho de fruto jovem e fresco com boa densidade e notas de vegetal. Macio e com uma ligeira adstringência, caracteristica da juventude. Bons taninos, pronto para beber.

 

ALCOOL: 13,5%


Conteúdo : 750ml



Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2008/11/mais-um-vinho-da-adega-cartuxa.html


Produtor : Glaetzer Wines
Vinho : Wallace
Uvas : 70% Shiraz e 30% Grenache
Região : Barossa Valley - Austrália
Safra : 2006
Descritivo da Vinícola : Poucos são os enólogos que se dão ao luxo de assinar "o vinho perfeito". Bem Glaetzer, apesar de muito jovem, faz parte deste grupo, pois já obteve a nota máxima de Robert Parker. Nascido em uma dinastia vinícola, a família, vinda da Alemanha, se instalou em Barossa Valley em 1888. Colin, seu pai, fundou a Glaetzer em 1995, depois de 30 anos entre a elite de enólogos australianos, criando ícones como o E&E Black Pepper Shiraz.
Envelhecimento : 14 meses em barricas de carvalho novo 20% americanos e 80% franceses.

Notas de Degustação : Uvas criteriosamente selecionadas para a elaboração deste vinho de cor vibrante e fruta abundante, com notas de especiarias, morangos e minerais. A Shiraz lhe confere estrutura e a Grenache a maciez.

Temperatura de Serviço : 16-18°C

Grau Alcoólico : 14,5%

Harmonização : Perfeito acompanhamento para qualquer preparação que use patos, confits, magrets e laqueados por exemplo.

Premiações Relevantes : 91-94 pontos de Robert Parker
Esse ainda não tive o prazer de apreciar, está esgotado na Estação do vinho, mais assim que chegar vou comprar.



Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2008/10/dica-de-um-vinho-australiano-com-nota.html

CARTUXA TINTO PORTUGUÊS - 17Out2008 15:06:00

"Herdeiro de uma longa tradição, este vinho associa a sua qualidade ao nome dos monges CARTUXOS, que desde 1587 levam uma vida solitária e de oração no Convento de Santa Maria SCALA COELI.Aroma evoluido, notando-se a presença da casta Trincadeira misturada com as notas quentes da planicie alentejana. PROVA: Boa prova de boca, tudo muito afinado, floral e cheio. Este vinho, embora possa ser consumido desde já, apresenta potencial para envelhecer. Estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês. CASTAS: Aragonez, Trincadeira, Alfroxeiro, Tinta Caiada, Castelão e Moreto.
A CARTUXA DE SANTA MARIA SCALA COELI foi construída em Évora, entre 1587 e 1598, pelo Arcebispo D. Teotónio, da Casa de Bragança, a qual, uma vez reinante, enriqueceu artisticamente a igreja: no século XVII D. Pedro II com pórtico e fachada de mármore, admirada do exterior, no XVIII D. João V com retábulo de talha dourada; por isso esta igreja foi declarada monumento nacional em 1910.
O mosteiro em si é pobre e simples, mas espaçoso: o claustro, com jardim de um hectare, é o maior de Portugal. Nele se encontram as celas, onde os cartuxos se consagram a Deus numa vida de oração na solidão e no silêncio. Das celas vão ao coro três vezes, Missa de manhã, Vésperas à tarde, Matinas e Laudes à meia-noite: quatro horas de canto gregoriano, sem acompanhameno instrumental, parte em latim mas a maior parte em português.
Como pobres de Cristo, os próprios monges atendem à manutenção da comunidade, mas os que para tal têm de sair da cela (ordinariamente os não sacerdotes), trabalham ainda em solidão e em silêncio. A austeridade da sua vida permite-lhes reduzir esse tempo em favor duma larga dedicação, na cela, às ocupações do espírito: devoções, leitura, meditação, contemplação.
A clausura, da qual não saem senão por necessidade e na qual ninguém entra senão por exceção, apenas os varões, ajuda a criar um ambiente favorável para a união com Deus. Precisamente essa união com o seu Senhor acende nos seus corações a caridade, que os move a rezar intensamente pela salvação de todos os homens e também os leva a unir-se intimamente aos outros solitários com quem convivem no mosteiro.
Esta união praticam-na e exprimem-na nas festas, que celebram com atos comunitários mais frequentes: cantam mais tempo na igreja, comem juntos, conversam pela tarde. Outra tarde por semana saem de passeio, conversando entre si, pelos campos alentejanos, que ao norte da cidade estão despovoados e desertos.
O mosteiro fica perto de Évora e o seu sino, especialmente o da meia-noite, forma parte do encanto da cidade-museu, património da humanidade. Hoje a Cartuxa de Santa Maria Scala Coeli é considerada pelos eborenses como um dos seus tesouros, artístico e, ainda mais, espiritual. E assim foi durante os séculos XVII e XVIII; naqueles tempos professaram nesta e noutra cartuxa que existiu em Lisboa, um português cada ano. Mas em 1834, as forças revolucionárias expulsaram os cartuxos, junto com todos os religiosos. O mosteiro passou a ser do Estado que o aproveitou para Escola de agricultura (a monumental igreja serviu de celeiro...). No fim do século a família Eugénio de Almeida adquiriu as ruínas. A meados do XX o herdeiro, Vasco Maria, Conde de Vil'alva, decidiu restaurar o mosteiro e devolvê-lo à Ordem. Sete foram os fundadores em 1587 e sete os restauradores em 1960. A partir de então a vida cartusiana renasceu e reviveu em Santa Maria Scala Coeli, aberta ao ingresso de novas vocações portuguesas.
As comunidades contemplativas são sempre pequenas e as cartusianas ainda mais (diziam os antigos que os cartuxos não se contam, só se pesam...): para a vida litúrgica e a vida pobre desta Ordem, a tradição conformava-se com a dúzia, o "apostolado". Grande é o atractivo que a Cartuxa exerce em Portugal, muitos os que se interessam por esta vida, mas a Ordem prefere manter a pureza dos seus costumes eremíticos e contemplativos, seleccionando bem os candidatos. É sempre possível e aconselhável uma visita, uma experiência, e Deus escolhe então os seus. Todavia, o bom Deus não lhes pede qualidades especiais para o canto, nem forças ou esperteza para o trabalho, nem habilitações para os estudos: apenas quer fé e amor, generosidade e desprendimento, e algo de que os cartuxos falam muito: simplicidade, no sentido de saber reduzir-se ao essencial, que é Deus, e renunciar a tanta coisa supérflua que a sociedade julga indispensável mas de que o solitário nem se lembra.
Essa vida simples mas profunda e elevada, vida divina no seu termo embora humana nos seus condicionamentos, desenvolve-se num mosteiro amplo, aberto ao céu alentejano, alegre na cal das suas paredes e no verde perene das suas plantas: laranjeiras, ciprestes, buxo, murta. Um "deserto" de 80 hectares rodeia e protege a casa, com eucaliptos, sobreiros, oliveiras, pastos para uma cabana de brancas vacas.
Esta cartuxa, o único mosteiro contemplativo masculino em Portugal, tem como orago e padroeira Santa Maria Scala Coeli, Escada do Céu, advocação equivalente à Assunção de Nossa Senhora, mistério marial representado na sua majestosa fachada. A Virgem Branca olha, do seu trono de mármore da cartuxa de Évora, para as necessidades dos seus filhos portugueses e eleva ao Céu as suas mãos puras, numa prece solícita e maternal. Com ela e como ela, os filhos de São Bruno sentem como próprias as alegrias e aflições dos seus irmãos, e apresentam também a Deus a sua súplica enternecida. Os cartuxos não pregam, não ensinam; fazem (é palavra de Pio XI) "muito mais": oferecem ao Senhor, em favor de todos os homens, uma vida de sacrifício e oração, renúncia e amor, austeridade e recolhimento, silêncio e solidão, trabalho e liturgia, pobreza e obediência, castidade e estabilidade, ascetismo e misticismo: uma existência, enfim, de fidelidade ao Evangelho e de entrega total a Deus."


Sem comentários esse vinho fala por si só, pode comprar sem medo. Compre na Estação do vinho.

Eu recomendo.



Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2008/10/cartuxa-tinto-portugus.html

Curiosidades - 17Out2008 14:51:00
O Papa João Paulo II , por exemplo, sabia tudo de vinho, era profundo conhecedor e demostrou isso durante um congresso de enólogos em Roma, com mil enólogos do mundo todo. Deu um show. Isso foi em 1984.

Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2008/10/curiosidades.html

Enquanto isso..... - 17Out2008 14:18:00

Enquanto a dona da idéia não se cadastra, vou enchendo isso aqui com algumas coisas, palavras e imagens, breve postarei as principais casas onde já apreciamos um bom vinho.

Lembrando que é importante algumas coisas e sempre seguir algumas regrinhas, no começo é dificil mais depois vamos nos adaptando aqui vamos postando nossas experiências e o que aprendemos, lembrando que ambos somos novatos nessa área apesar de nossos amigos acharem que somos mais entendidos que eles. Se somos? seria muito pouco em relação ao geral das pessoas que gostam de um bom copo de vinho.



Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2008/10/enquanto-isso.html

ATENÇÃO - 17Out2008 13:59:00

Nada melhor para começar este blog, que divulgar uma degustação que vai ocorrer no início do mês de novembro aqui em Recife.




Fonte: http://adoradoresdevinho.blogspot.com/2008/10/ateno.html