Deus criou a água, mas o homem fez o Vinho


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Degusteno

Queridos amigos, quanto tempo!!!
Fico feliz que mesmo sem atualizar a página tenha uma procura interessante.
Hoje, vamos analisar esse vinho que por muito tempo fiquei me perguntando que sabores teriam um corte inusitadocomo esse. Estava empolgado.
A Casa Valduga sempre foi uma vinícula que eu respeitei, mas esse exemplar me decepcionou.
Foi comprado por R$36,90 na rede O Queijão em São Pedro da Aldeia ? RJ. Eu esperava no mínimo um líquido equilibrado. Entretanto, o vinho (safra 2012) tinha dificuldade em soltar seus aromas. Muito timidamente apareceram algumas notas de baunilha e frutas vermelhas (?).
Na boca, um vinho estremamente ácido do início ao fim. Nem mesmo deixando-o respirar ele se manifestou de outra forma. Foi degustado com queijos e pizza. Nada.
Com um custo-benefício péssimo, leva apenas uma taça na nossa classificação.

1 Taça

Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2013/12/dueto-shirazpinot-noir-casa-valduga.html

Salve amigos do vinho, estou vindo dessa vez falar de um italiano super em conta, o Américo Vespucci. Da uva MontepulcianoSalve, ele é forte e escuro o que o deixa ideal para carnes vermelhas. Eu por exemplo fiz uma carne assada para acompanhá-lo.
Seu aroma é bastante furtado e fechado. Amoras, talvez? Sei lá, não importa tanto, mas vc lembrará. Aromas furtados escuros. Apesar do álcool a 12,5%, não incomoda no nariz.
Seu sabor é interessante. Vc espera um vinho tânico, mas nem é tanto, na medida. Deu-me a impressão de um início até adocicado na ponta da língua, mas logo ele mostra a que veio.
Custou R$ 14,90 no Mundial e mais uma opção barata para sair da mesmice.

4 taças

Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2012/03/americo-vespucci-montepulciano-2010.html


Olá amigos. Primeiramente feliz 2012 para todos e um ano de transformações para todos para que isso se reflita num mundo mais interessante para todos nós.

Depois de algum tempo venho falar desse vinho chileno bem legal tanto no preço (R$13,98 no Zona Sul) quanto no sabor - Doña Dominga, num corte inusitado - cabernet sauvignon (70%) com carmenere (30%). Não é todo dia que topamos com esse tipo de mistura.

Esse vinho é da excelente e premiada vinícola Casa Silva. Traz na garrafa uma etiqueta dizendo que a vinícola foi a escolhida do ano pela revista Wine & Spirits. Isso não me diz lá muita coisa, mas vá lá. Quem faz nosso paladar não é a revista e sim as nossas bocas e narizes.

Safra: 2010 - Mas já tomei a 2011 e não senti grandes diferenças.
Dessa vez eu fiz o ritual mais completo e burocrático do vinho para ver se mudava o sabor. Usei o decantador e o deixei descansar 30 min.
Da primeira vez não tive todo esse cuidado.

A primeira coisa que me chamou atenção nesse vinho foi o álcool. Mesmo depois de decantado, quando o girei na taça, ainda incomodava o cheiro forte que subia. Seu volume é de 13,5%. É alto, típico dos vinhos jovens do novo mundo, mas isso não é desculpa porque encontramos vários outros com essa graduação e que não têm esse inconveniente. Esse certamente é o pior defeito desse vinho.


É possível sentir o aroma da carmenere apesar de só 30% do líquido ser dessa uva. Mas como é marcante (pelo menos para mim que a tenho como casta preferida), não é difícil discriminá-la.

Como estamos falando de duas uvas potentes, era esperado que na boca fosse bastante tânico. Mas não, o corte das duas uvas amaciou o vinho. Amaciou até demais pro meu paladar. Tem acidez equilibrada, mas persistência fraca. Na ponta da língua dá uma leve adocicada.

Sei lá... acabei achando esse vinho meio sem personalidade. Quando compro um Doña Dominga varietal, ou seja, a garrafa inteira feita de uma só uva, nunca me surpreendi. Sempre excelentes vinhos.

Talvez o fato de ser um corte inusitado, eu não tenha conseguido me adaptar. Enfim, continuo achando que você deve experimentar e me dizer sua opinião. Não o deixe de beber só pela minha, ou de uma revista qualquer.



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2012/01/dona-dominga-cabernet.html


Inverno chegou de vez, mas em boa parte do país, já era possível degustar um vinho tinto encorpado desde a estação passada.
E é nessa época que os mercados explodem em festivais de queijos e vinhos. Começa o garimpo, já que é também nesse período que surgem novas importações e bons preços.
Foi nesse esquema que eu encontrei o Casal Mor. Um português honesto e que deve ser experimentado.
O que chama de cara atenção nesse vinho é que ele não é nem do Alentejo, nem Douro, nem Dão, respectivamente as regiões mais famosas da terrinha.
É um vinho da região de bairrada. Mas é um Denominação de Origem Controlada (DOC), o que lhe confere um patamar de qualidade segundo as normas portuguesas de fabricação de vinho.

Vinho de 2008. Isso já me fez esperar um vinho mais macio, maduro, de cor começando a clarear, talvez nem tanto brilho no olho, porém recompensado pelo paladar. Isso se ele tivesse potencial de guarda.
Um corte das uvas Baga (50%), Tinta Roriz, mais conhecida fora de Portugal por Tempranillo (35%) e Castelão (15%).
Álcool a 13% vol.
Nada mal, as expectativas eram as melhores.
Preço: R$ 11,70 no Mundial - RJ.

Quer melhor??

Logo de cara , ao sacar da rolha ele já deu uma perfumada no ambiente. parecia que o g~enio estava louco para sair da garrafa.
Na taça já quebrou uma de minhas fantasias, sua cor era brilhosa, escura tal qual um vinho jovem. Tá bem, não é um vinho velho, mas lá se vão 3 anos (2 e 1/2 talvez). Enfim, isso não muda em nada para mim.
Não é um vinho muito lacrimoso e nem de gotas rápidas.
Mas seu cheiro é algo incrível.
A sensação que eu tinha era de estar entrando numa madeireira. Não por ser enjoado ou forte, mas sabe aquele cheiro marcante de madeira? Não é o tal carvalho que dá cheiro de baunilha, muito longe disso. Aliás ele tem pouquíssimo disso. Mas era algo como cedro. Com chocolate, couro, cerejas negras. Delícia!

Na boca, um vinho fácil, acidez mediana, não traz a madeira do cheiro para a língua, pouco tânico. Não enjoa, satisfaz. A minha impressão era de que se ele repetisse na boca o cheiro, seria um vinho perfeito.
Retrogosto mediano.
Eu o comprarei novamente. Talvez possa ser guardado ainda por mais um ano.



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2011/06/casal-mor-reserva-2008-portugal.html

Panul Carmenère 2009 [Chile] - 19Jun2011 01:12:00
Encontrei esse vinho no Wal-Mart por R$12,00. Depois percebi no rótulo do mesmo que o próprio Wal-Mart está fazendo sua importação do Chile. Mas o que me fez levá-lo?
Foi o fato do vinho sair de uma das vinícolas mais prestigiadas do Chile, a bodega Errazuriz. Obviamente que eu não estava esperando o mesmo resultado do Errazuriz. Estava claro para mim que era um tipo de vinho de 2ª linha da casa, mas resolvi tentar, afinal de contas, por que não levá-lo?

O vinho logo ao retirar a rolha espalha seu aroma pelo ambiente. Decantou por 30 min. aproximadamente.
No nariz ele não mostrou-se um fruit bomb dos demais vinhos chilenos nessa faixa de preço. Mas também não foi dos mais empolgantes.O aroma típico da uva de frutas vermelhas escuras, morango, cereja e também chocolate e couro são aparentes, mas sei lá, tinha um certo vazio ali. Faltava algo. Estaria eu sentindo falta da bomba de frutas?
na boca veio o que de fato para mim se mostrou um defeito, mas para o meu gosto. Um vinho ácido. Não sei se já estava passando do tempo ou o quê, mas fato que o excesso de sua acidez encomodou-me. Como se a cada gole minha sobrancelha tivesse que se comprimir um pouco.

Persistência mediana, mas como não foi o gosto de que eu queria na boca, tanto fez também.

Enfim, um vinho que vai levar 2 taças somente. E fica como  prova de que nem sempre nome faz sabor.



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2011/06/panul-carmenere-2009-chile.html


Aqui no DegustEno você sabe qual a máxima, né?!
Bons vinhos não estão necessáriamente nas garrafas mais caras. Essa sempre foi a filosofia do blog e fica notório quando olhamos para os rótulos aqui postados e seus preços.

Pois bem, leiam essa reportagem do jornal Folha de São Paulo.

A galera "especialista" (sommelier quiçá, formados) submetida a umas pegadinhas científicas, geniais diga-se de passagem, ficou entoando mantras nirvânicos para vinho de mesa só porque estavam engarrafados e etiquetados como grand cru (vinho de excelência)!!
Em outro experimento, um corante que deixou o vinho branco com aparência rosé, SEM ALTERAR O GOSTO, foi o suficiente para as análises gustativas mudarem totalmente.

E mais, quando colocam 3 taças de vinho na frente do especialista onde duas das quais são idênticas, em um terço das tentativas, eles são incapazes de apontar qual a amostra diferente.

Leiam:
Link direto para o jornal: http://www1.folha.uol.com.br/comida/921535-preco-e-rotulo-do-vinho-podem-enganar-sommeliers-dizem-estudos.shtml


A matéria é do articulista Helio SCHWARTSMAN.

A Associação de Brasileira de Sommeliers diz que é isso mesmo. "Ninguém tem coragem de falar mal de um vinho famoso. Somos induzidos, sim". 
É isso amigos, o DegustEno sempre evitou que o papel que dá nome à garrafa fosse mais prazeiroso que o líquido contido nela.
Continuem por aqui.

Saúde!!



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2011/05/pesquisas-atestam-preco-e-rotulo-podem.html

Esse "Rouge de France", como indica a garrafa, vem com toda pompa de vinho francês, mas não se esqueça, você está no DegustEno e isso significa que esse vinho cabe no seu bolso.

Vamos primeiro às especificações gerais:
No rótulo diz "sem safra". Isso é comum em vinhos franceses e principalmente os de mesa e mais acessíveis. No entanto, contrariando essa classificação, ele indica os cortes que o compõe. São eles, Grenache, Cisnault, Carigan e Gammay. Duas coisas já se tira daqui, são uvas não tão usuais e isso é legal e espera-se um vinho menos rajásico (palavrinha iogue!) na nossa boca, pois é um corte de várias uvas, o que o abranda via de regra.

Seus 12% de vol. já indicam um vinho mais leve.

Uma vez em um mercado pedi orientação à sommelier sobre este vinho e ela me disse que eu talvez não gostasse pois, pelo que eu estava falando, o vinho me pareceria meio "aguadinho". Não comprei. Mas, tempos depois ganhei esta garrafa.

Não é tão aguado quanto pensei que fosse. Seu aroma é típico de vinho europeu. Mais fechado, menos explosão de frutas, mais balanceado ao nariz. Sabe que tive uma leve impressão do álcool incomodando mesmo depois de algum tempo na taça? Mas nada que o condene.

Como me disse quem me deu, estava guardado havia algum tempo e sua cor indicava isso. Indo do vermelho ao alaranjado nas bordas do líquido.

Aroma de frutas vermelhas, mas meio confuso. Tô sem treino, tô sem treino!!

Na boca, um vinho moderado, levemente tânico, meio... sem personalidade. Não achei muito interessante, apesar de não ter me agredido. Persistência fraca e ácido.

Acredito que essa garrafa pudesse estar com algum defeito. Vale à pena comprar um novo e provar e notar as diferenças.



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2011/04/cuvee-bouchard-aine-franca.html

Como você escolhe seu vinho? - 14Abr2011 15:14:00


Já não é de hoje que falo que bebemos comerciais. O faço principalmente relacionado à cerveja, onde a marca líder de mercado detém quase que o monopólio do ramo no Brasil alternando a exposição de seus três principais rótulos.

E é de se supor que com o vinho se desse o mesmo. Pois agora, pesquisadores britânicos atestaram isso cientificamente.


"A conclusão, para os pesquisadores da Universidade de Hertfordshire, é que muita gente não consegue distinguir os vinhos pelo paladar e pode estar pagando mais caro apenas pelo rótulo." - reportagem publicada hoje no jornal Folha de São Paulo.

Vai ter um pessoal pulando nas tamancas aí. Obviamente há diferenças entre rótulos mais caros e mais baratos. Mas quem não sabe que um vinho conhecido cobra também por seu nome? E que uma roupa de marca custa mais caro, ou que Antártica é mais caro que Bavária só por causa da marca e muito menos por conta do paladar?

O Degusteno sente-se útil ao continuar a apresentar vinhos de preço acessível ao consumidor que quer beber bem sem pagar mais do que o líquido e seu processo de fabricação honesto.

Leia a reportagem na íntegra:

E você, como escolhe seu vinho?


Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2011/04/como-voce-escolhe-seu-vinho.html

Rawen carmenére 2008 [Chile] - 29Dez2010 21:08:00
Grandes amigos,
espero que tenham tido um natal de muita paz e alegria.
Estamos com a festa de ano novo apontando já no fim da semana, porém, ao invés de postar um espumante, vou colocar aqui outro tinto, carmenére e outra vez chileno. Por quê? Porque eu o achei ótimo e a primeira coisa que me veio à cabeça foi que eu devia contar a vocês. Alguém aí reclamaria em achar ouro todos os dias? Eu não!

Mas para não dizer que não falei de flores, dou a dica. O Espumante da vinícola Aurora, Conde de Foucauld Brut está por R$12,90 no Prezunic. Um espumante honesto e em preço excelente para o fim de ano. Nacional e, lembremos, os espumantes nacionais são, talvez, o que temos de melhor em vinhos.

Voltando ao tinto, hoje falaremos do vinho Rawen da vinícola Ravanal. Uvas do vale do Colchagua.
Aqui no Rio de Janeiro, sua venda é exclusiva da rede Hortifruti e me custou R$ 19,99 (R$20, né?!).

Logo que abri a garrafa entendi que estava diante de um vinho bem produzido. O aroma era explosivo, mas não tinha cheiro de massificação. Frutas vermelhas e pimenta. Sua coloração, diferentes de ouros carmenéres, é um pouco mais branda, no entanto a identidade da uva é mantida ao extremo. Com 13% de álcool, logo que se coloca na taça o álcool incomoda um pouco, mas abranda-se rapidamente dando espaço a aromas mais frescos.

Na boca um tinto pouco tânico e de acidez mediana para baixa. Suave e marcante. Definitivamente, um vinho para o dia-a-dia. Persistência de média para baixa também. Avaliação ruim? De maneira alguma!
Um carmenére de verão, eu diria. Ele não é aguado, sem gosto ou ralo. Mas não é aquele vinho que te deixa suando. Uma solução ótima para o calor carioca e quem não dispensa um tinto mesmo em dias mais quentes.
Seu preço é que podia estar uns reaizinhos mais baixo. Mas está valendo.
Não deixe de provar. Eu, provavelmente o provarei novamente.



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2010/12/rawen-carmenere-2008-chile.html



Olá pessoal, como vão?
Natal chegando e a época é propícia aos vinhos no mundo todo. Mesmo aqui, com todo esse calor, podemos tomar vinhos. "Mas e o calor?", tome um branco, um espumante ou mesmo um rosé. Mas, se onde estiver degustando tiver um ar condicionado, tome tintos também.

E então, gostaram do Globo Repórter sobre vinhos? Foi meio médico-nutricional mas está valendo. É sempre bom ver o vinho sendo propagado em meios populares.

Hoje quero falar de um vinho que sempre quis tomar e sempre adiei. Não sei a razão disso, mas só sei que foi assim, como diria Chicó.

O Luiz Felipe Edwards (LFE) é um chileno popular de qualidade muitíssimo interessante. Está na faixa de preço (R$14,90 - Pão de Açúcar) dos Santa Helena, Santa Carolina, Concha y Toro reservados, mas na minha opinião, é melhor que todos esses. Ele está mais para um Morandé. Lá no mercado, levando acima de 3 garrafas ele saía a R$ 9,90. De graça!
Essa comparação nem sempre surte efeito objetivo, mas é mais para nos posicionarmos quanto à qualidade do produto.

Esse carmenere é típico: olfato denso e fechado de frutas vermelhas silvestres. Um toque de couro e chocolate com tijolo. rs Ri não, é isso mesmo.

Na boca é um vinho potente, de taninos moderados e acidez na medida. Persistência é boa e ficamos com o retrogosto amadeirado na boca.
Frutas, muitas frutas. É bem novo mundo, fruit bomb, mas super equilibrado, sem maquiagem, sem carvalho em excesso.

Deve cair muito bem com guisados, carne de porco, pratos de sabor intenso.
Vale muito à pena aproveitar a promoção.

e menção honrosa!

Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2010/12/luiz-felipe-edwards-carmenere-2009.html

Olá amigos!
Hoje estamos aqui para falar de mais um vinho nacional.
Já há algum tempo que eu provo os vinhos Tributo e seus varietais e sempre os achei vinhos bastante honestos.
Hoje vi no mercado este touriga nacional e não resisti.
A touriga nacional é a uva emblemática de Portugal assim como a carménère é a do Chile e a malbec da Argentina.
Há um tempo que leio que empresas portuguesas em associação com vinícolas brasileiras tentam desenvolver cepas portuguesas aqui. E estão se dando bem, podemos afirmar. Vamos tentar deixar as comparações de lado e ver o vinho.

Eu nunca havia provado um varietal desta uva. Os vinhos portugueses a usam bastante, mas não como varietal. O que quero dizer é que não é comum, ou pelo menos não a um preço acessível.

Pois bem, comprei.

R$17,19 (não entendi nada sobre esses R$ 0,19).

Vinho muito bom!

Na aparência um vinho jovem, brilhante, mas de coloração não tão forte como um CS. Diria que a cor dele não é tijolo, grená, rubi... é vinho mesmo!
Lágrimas abundantes, rápidas e constantes. (12% vol.)
No olfato um pouquinho de álcool aparente mas sem incomodar.
Aí temos um olfato composto por amoras, cassis, algo herbáceo bem leve e mentos sabor uva (isso, aquela balinha mesmo).
Um vinho de taninos medianos, eu diria, na medida em que gosto. Sem amarrar muito e persistência excelente.

A acidez dele + taninos me faz imaginar que ele cairia como uma luva em churrascos. Uma picanha, fraldinha, carneiro, capivara, javali. Carnes com alguma gordura e de sabor marcante.

Eu, que nunca havia provado deste varietal português, adorei.

Ah! Vinho de Bento Gonçalves, Vale dos Vinhedos.

P.S.: Ao fundo da imagem a biografia dos The Doors. Ótima, não deixem de ler, bebendo um vinho, claro.



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2010/08/tributo-marco-luigi-touriga-nacional.html

Almaden merlot 2009 [Brasil] - 16Ago2010 01:03:00
E a frustração foi tanta com o vinho francês da sexta que hoje (domingo) tive que comprar outra garrafa. Minha mulher sentenciou, "gostei daquele último". Ela se referia exatamente ao último vinho aqui postado antes do Chateau Lacombe, Almaden.CS.

Não vou discorrer sobre tudo que se passou com esse vinho novamente. É só ler dois posts antes desse.

Mas nós ainda não havíamos provado o que havia sido feito do Almaden com a uva que melhor adaptação tem no nosso sul.

Pois bem.
O vinho é bastante interessante, mantém a proposta de um vinho jovem para jovens, esse é o marketing em cima do novo Almaden.
Coloração bem viva, lágrimas abundantes e constantes. Graduação alcoólica em 12,5%. O vinho, segundo indicação do fabricante tem seu ponto alto com 1 1/2 de idade. Não foi o caso. Daqui há 1/2 ano, essa safra deve estar melhor.

Mas encontrei um vinho muito saboroso. Com aroma frutado, menos fechado que o CS, mais aveludado e ácido que este também. Ruim? Claro que não, estava ótimo e me arrependi de não ter comprado outro para hoje mesmo.

A persistência dele ou retrogosto é que poderia ser um pouco melhor. Mas calma lá, né?! Estamos falando de um vinho de custo x benefício para o cotidiano.

R$ 10,90 no Mundial aqui no Rio!!!



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2010/08/almaden-merlot-2009-brasil.html

Esse vinho é um AOC francês. Sabe o que quer dizer? É a classificação mais alta de controle de qualidade dado a um vinho lá na terra do "abajour". Significa "Appellation d'origine contrôlée", ou seja, vinhos de designação de origem controlada. Isso, no entanto, não quer dizer muita coisa. 
Posso garantir a vocês que já tomei vinhos de mesa francês melhor que esse. Vai vendo...
Pode ser que meu paladar plebeu não me deixe reconhecer o que é um vinho francês de verdade e tal, mas fato é que não gostei desse vinho ralinho.
Uma mistura de merlot com cabernet franc. 
Álcool em 12%, uma cor pálida e... ops! rolha em perfeito estado! O vinho não estava estragado, ok?!
Na boca, equilibrado como costumam ser os vinhos franceses, mas muito, muito sem expressão. Equilibrado por baixo, digamos assim.
Aromas de frutas que escapam por entre os dentes.
Ah, gostei não.







Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2010/08/chateau-lacombe-bourdeaux-franca-2008.html

Olá amigos,

hoje vou falar de um mito. Lembrando, claro, que não necessariamente o mito se refere a um deus ou herói. E este parece ser o caso agora. Mas, se quisermos dar algum tom épico a esse empreendimento, não será tão exagerado.
Pra quê toda essa dramática introdução? Vamos lá...
Quem aqui nunca tomou Almadén?? Quem aqui depois que começou a entender o mínimo que seja de vinhos finos não praticou o esporte de falar mal desse vinho? Aguado, anos 80, de botequim, de merda...
Almadén era por mim usado como chacota quando queria sacanear um amigo que achava esse vinho "bonzinho".

Pois bem. A Miolo comprou a marca, seus vinhedos, colocou um ban-ban-ban pra cuidar dele e o marketing decidiu que, como o próprio líquido, este seria destinado ao público jovem com preço atrativo.
Comprei. Esperava um fruit bomb cheio de carvalho, algo que fosse tragável de 6 em 6 meses. Algo como um Santa helena ou Concha y Toro reservado, sabe como é? Aquele vinho que você pode comprar numa loja de conveniência quando pinta uma reunião de última hora na casa de um amigo e que não te comprometerá tanto caso não seja uma reunião de enólogos.

Uma grata surpresa. O Almadén CS 2009 não é nem de longe um fruit bomb. Nada contra essa categoria de vinhos. Até gosto de vez em quando. Mas não o julgue por isso. Com certa complexidade de aromas, líquido escuro e brilhante (vivo). Aroma muito bom e nada de álcool aparente. Nem decantei o líquido! (12% vol.)
Frutas negras estão em seu gosto, persistência moderada e bem interessante para sua faixa de preço. Eu de fato, não consegui mapear completamente sua paleta de sabores. Acho que porque estive algum tempo sem tomar vinho e certamente o comprarei de novo.

O vinho dispensa a tradicional rolha e vai de screw cap. Moderno como a cara que a empresa quer que o vinho tenha. Estava em perfeito estado de conservação.

Parabéns Miolo.



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2010/07/almaden-cabernet-sauvignon-2009-brasil.html

Tempo de vinho! - 10Jun2010 13:39:00
Queridos enoamigos, a temporada do vinho está chegando para o DegustEno. Sim, porque após uma breve crise de identidade, resolvi que não adianta para nós aqui tomar vinho o ano todo se tem épocas que o calor pede cerveja.
"Mas e aquele papo de vinho de verão, é balela?" Não, não é. Champagne cai muito bem no verão, mas.............
para quem gosta de champagne e eu não sou muito chegado. Nem neles e nem nos vinhos brancos. Pode ser que uma vez ou outra um apareça por aqui por ter me surpreendido ou simplesmente porque tomei e achei legal postar a experiência aqui. Mas não será a regra. Resolvemos que o DegustEno não será um catálogo subjetivo do vinho. 
Vai funcionar como sempre funcionou, sem pressão, com os vinhos que me aparecem (não sairei correndo feito louco atrás de uma garrafa) e que trazem prazer ou não, mas no momento oportuno. Ok?

Para períodos mais quentes, vamos tomar uma cervejinha e para os meus 3  leitores carentes, eu criei um Cerve Já há algum tempo. Um blog sobre cervejas que também não deixa a desejar para o conteúdo daqui. 

Tudo isso para dizer que agora no dia dos namorados será aberto um Errazuriz Cabernet Sauvignon buscado lá noi chile mesmo. Nada de importadora! rs 
O vinho já está há um ano comigo e será agora degustado.

Aguardem!!!


A imagem é de um carmenere, mas vamos provar o CS.





Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2010/06/tempo-de-vinho.html


Amigos,
o tempo vai ficando mais agradável e a vontade de tomar um bom vinho vai retornando. Sim, porque com os 50° de sensação térmica aqui do Rio, não há espumante que dê conta (pelo menos não para mim). Mas acabou sendo interessante e por conta disso descobri que o mundo das cervejas está tão bem servido em variedade quanto o dos vinhos. Para não alongar a discussão aqui, http://cervejabeer.blogspot.com .

Eu resolvi, portanto, provar um pinot noir que já olhava há algum tempo por seu preço. A pinot noir é aquela coisa, tem quem diga que se não for acima de R$50,00, esqueça. Contrariando essa filosofia, o DegustEno anda atrás de bons vinhos para carteiras modestas. 

O Trapiche pinot noir é vendido aqui no Rio em muitos mercados e armazéns por R$ 16/R$ 17 e já não era sem tempo da gente aqui mandar ele pro teste.

Logo de cara, tenho que confessar que de pinot noir nem o cheiro!

É um vinho leve, sem muitas pretensões que se eu o servisse em uma reunião informal no meio de um bate-papo talvez ele passasse tranquilamente. Mas não como pinot noir. Em um teste cego, creio que merlot seria a opção mais votada ou um assemblage basicão e industrial que não chega a ofender.
Mas o fato é que eu comprei um pinot noir e queria beber essa uva. Não rolou!

No copo um vinho escuro como não deveria sr esse líquido. Brilhante como o novo mundo e lacrimoso como a novela das oito. (13,5%)

Nos aromas, algo bem industrialzão! Baunilha, frustas negras e blá blá blá. Decantado ele melhora um pouco e torna-se menos explosivo.

Na boca, nada demais. Se estás bebendo numa reunião, como eu disse, em que o vinho não é o assunto principal, ele vai descer tranquilo. Se for uma reunião de amigos do vinho, esquece!

Tem até alguma persistência, mas não de pinot noir. 

Se quiser um pinot noir barato, por enquanto sugiro o Miolo quinta do seival ou o Indomita. Ambos na faixa dos R$ 19,90.






Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2010/05/trapiche-pinot-noir-2009-argentina.html

Olá amigos!
Depois de mais um longo tempo hibernando, o degusteno volta a avaliar um vinho. O calor aqui no Rio de Janeiro era tão insuportável que um blog de cerveja teve que ser criado, pois nem vinho branco descia!!
Hoje, dia histórico no Rj por causa da chuva mais forte que já assolou essas terras, a temperatura baixou, o prefeito mandou a gente ficar em casa e como não tinha nada pra fazer, resolvi tomar um tinto.

Vamos lá.

Logo que abri esse vinho o senti muito forte. O álcool logo subiu incomodando muito. Não teve jeito, foi pro decanter! Depois de mais de uma hora respirando, ele apresenta-se pouco mais convidativo. Seu álcool não é mais tão aparente (não chega a incomodar). Frutas escuras aparecem como a cereja negra e a amora.
É bem escuro e brilhante. Tem 13° de vol. alcoólico.

Na boca, um líquido ácido de maneira que acabou me pegando de surpresa. Eu não esperava toda essa acidez de um corte entre merlot e malbec. Achei que seria uma bebida macia. Sua persistência não é das melhores e as frutas meio que desaparecem.

Em suma, não é um bom vinho.
Não dei sorte. Dia ruim, vinho ruim, situação ruim... vai levar uma só taça, pq pelo menos aqueceu um pouco o frio.



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2010/04/pampas-del-sur-merlotmalbec-2008.html

A Miolo Wine Group acaba de comprar a Almadén. Buemba, buemba, como diria o José Simão.
Com a compra a Miolo passa a ser a maior (em quantidade) vinícola nacional com mais de 100 rótulos e uma produção de 12 milhões de litros de vinhos anuais. Segundo a empresa, essa é uma estratégia para aumentar a venda de finhos finos no país.
De fato, as vendas aumentarão. Sempre disse que, se a Almadén tivesse tanta qualidade quanto tem entrada no mercado, seria um dos melhores vinhos do mundo! Em qualquer birosca que ainda amarra as compras com papel e barbante vende Almadén. Se a Miolo puder elevar a qualidade da marca, de fato então, terá dado um tiro certo. Caso contrário, continuará pensando em termos quantitativos sem se preocupar muito com o que oferece e, utilizando-me mais uma vez da metáfora cervejeira, teremos uma Ambev dos vinhos, muita produção, domínio de mercado e qualidade abaixo da crítica.
Vamos torcer para que não seja esse o destino da Miolo.


Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2009/10/miolo-wine-group-compra-almaden.html

A massificação do vinho - 05Out2009 12:11:00

Olá pessoal. O DegustEno ainda em fase letárgica mas NUNCA morto, fala mais uma vez aos interessados em vinhos de bom custo/benefício. Esse domingo andei fazendo uma peregrinação por mercados do Rio (compras do mês, aquela coisa toda) e, claro, aproveitei para dar uma olhada no que estava sendo oferecido pelas prateleiras do mercado. Há uma coisa notável, os mercados mais populares (Guanabara e Mundial) estão com uma "carta" de vinho muito melhor e mais variada do que há 1 ano (e eu me arriscaria dizer até mesmo 6 meses) atrás. A variedade existe em todos os estilos e, na medida do possível, nacionalidade. A questão da massificação do vinho é aquela polêmica toda e também não podemos ignorar que, massificar muitas vezes significa perder qualidade. Mas, como essa invasão não é feita por uma só vinícola, não estamos então sofrendo, pelo menos por enquanto, do que poderia ser o que no mundo da cerveja se tornou as Skol, Brahmas e Antárticas da vida, água com gás. Dito de outra maneira, a explosão de vinhos em mercados populares não os transformou em suco ralo de uva com álcool, ainda que aqui e acolá possamos achar alguns desses exemplares.
Prefiro dizer que o vinho está mais próximo da mesa do brasileiro comum e mortal do que nunca e essa é a nossa chance de experimentar novos sabores.

Saúde amigos.


Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2009/10/massificacao-do-vinho.html


O que podemos esperar de um vinho de mesa francês?
DEPENDE!
"De quê?"
- De tudo! - gritou um lá atrás.
Pois é, não caiamos na armadilha do francês-melhor-de-todos e nem na do vinho-de-mesa-não-presta. Em se tratando de vinho de mesa francês, há que se dar uma chance, pois já tomei muitos interessantes. Claro, não vais esperar um Chablis na garrafa errada, mas se a ocasião te permite (leia-se, cotidiano), acharás coisas legais. Mas, é bem verdade, já tomei vinhos de mesa francês que não agradaram seja por serem muito aguados, seja pelo álcool incomodando.
Não é o caso do Baron de Paris, vinho que encontrei por R$10,90, ainda que na internet seja vendido por R$19,90.
Equilibrado e honesto são os melhores adjetivos desse vinho. Com 11% de álcool, ele é um vinho para queijos de personalidade menos marcantes e pratos menos gordurosos; "comidinha light" como diria minha noiva.
Possui aquele aroma característico dos vinhos franceses que primam pela equação interessante de baunilha, frutos vermelhos escuros e, nesse caso, um pequeno toque herbácio que não me incomodou em nada, pelo contrário, me agradou bastante.
Na boca é um vinho de acidez equilibrada, taninos de moderados a baixo e persistência mediana.
Mudando um pouco a ordem das percepções, sua coloração não é daquela intensidade dos vinhos do lado de cá da poça. É de um grená mais brando e de brilho mais delicado.

Com R$10,90 no bolso, dificilmente achará um chileno interessante. Casos raros já apareceram por aqui, mas mesmo o Cosecha Tarapacá e o Farmus (casos que eu me lembro mais, já aumentaram uns R$2 ou R$3 cada).

Gostei! Levará três taças mas com medalha de honra ao mérito!!



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2009/08/baron-de-paris-reserva-franca-2007.html


Amigos hoje é uma noite especial. Ganhei este vinho no meu aniversário e já sabia desde o início ser algo especial. Uma garrafa de 1998; um vinho de guarda.

Chega de lenga-lenga e vamos aos trabalhos.

Confesso que ainda não havia tomado um vinho tão antigo assim. Como todos sabem, minha faixa de vinhos é bem mais modesta apesar de já ter experimentado coisas bem legais com amigos. Uma delícia!

Logo ao abrir minha garrafa a preocupação era com a rolha que se estivesse muito seca, seria indicativo de que o vinho poderia ter se estragado com a entrada do oxigênio. Mas estava tudo certo e ela me indicava que o vinho tinha tudo para estar bom.

Ao colocá-lo na taça já temos aquelas características do vinho antigo. Cor mais pro laranja, tijolo, um vermelho desbotado com bordas bastante transparentes. Suas lágrimas são finas e sutis. Seu teor alcoólico é de 12,9%.
Seus aromas são quase indescritíveis para um mortal como eu. Tem cassis, chocolate amargo, couro. Me lembrou alguns portugueses mais novos que bebi. As frutas são escuras como cereja negra, amora, mas não acentuadamente. Baunilha na medida exata.
Na boca um dos vinhos mais suaves que já provei. Taninos ainda presentes e suavizados pelo tempo. A persistência é excelente. O seu sabor fica na boca muitos minutos após o gole. Sou capaz de falar de sues aromas (sim, aromas) mesmo tempos depois do gole.

Eu posso não ter as palavras e os qualitativos "exatos" (exatos = técnicos) para descrever esse vinho. Mas definitivamente eu posso o apreciar, sentir seu abraço tão bem ou melhor do que qualquer análise técnica. E assim deve ser o mundo do vinho, menos análises normativas (deixem essas para os técnicos de revistas), mais análises subjetivas e poesia.

Saúde!!!!!!



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2009/07/jean-lafitte-cotes-du-rhone-franca-1998.html

Sou da Vila e DegustEno juntos! - 13Jul2009 23:49:00

Eno companheiros (ou Eno seguidores, nesse caso?), o DegustEno agora tem uma coluna dentro do site Sou da Vila (www.soudavila.vai.la). O site já é uma referência para quem é do Rio de Janeiro e principalmente do bairro de Noel e adjacências. Lá falaremos também do mundo do vinho dando muitas dicas aos iniciantes nessa arte sem cair na enochatisse nossa de cada dia. Com uma linguagem rápida e fácil como você já está acostumado, saberá que vinho, para qual oportunidade e onde comprar e tudo mais.

Não deixem de prestigiar esse site que é de um dos bairros mais queridos do Rio de Janeiro e nos acompanhe por lá também. As colunas não serão cópias das postadas aqui!!!

Saúde!

Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2009/07/sou-da-vila-e-degusteno-juntos.html


Como sabemos, os vinhos de mesa na Europa em geral são os mais simples na escala de qualidade que eles adotam. Apesar de cada país ter suas próprias regras para que o vinho ganhe essa ou aquela categoria, há um certo consenso que, intencional ou não, colocam as hierarquias do vinho de cada país europeu em pé de alguma igualdade.

Sendo assim, o Lezíria é um vinho muito interessante surpreendente. Primeiramente pelo preço baixo (o comprei da primeira vez por R$ 7,90 e agora por R$ 9,90), segundo pela sua qualidade.

Claro que desconfiei quando vi o vinho português com esse preço. Imediatamente pensei que se tratava de algo ruim ou no mínimo estaria estragado. Mas o dono do mercado de bairro que comprei me indicou e ele sabia que eu voltaria caso algo estivesse errado, pois é lá que compro boa parte de meus vinhos de baixo custo.

Da adega cooperativa de Almeirim (C.R.L.), o Lezíria é constituído de castas da região com predominância da Castelão.
Sua cor é de menor intensidade do que os vinhos do novo mundo, mas não deixa de ser brilhoso. Graduação alcoólica em 12,5%. Seus aromas são intensos e podem ser sentidos assim que abrimos a garrafa. O cheiro de frutas vermelhas bem maduras é notável e com algum tempo de oxigenação é possível sentir algo de chocolate e baunilha, mas nada enjoativo.
Na boca é um vinho macio de taninos harmoniosos e acidez média. Se fosse um tantinho menos ácido não seria mal, mas não chega a incomodar. Persistência mediana.

Eu não tenho nada a reclamar desse vinho que merece as três taças e algumas provas além de uma simples garrafa. Excelente opção de vinho barato.



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2009/06/leziria-vinho-de-mesa-portugal.html

Em Breve: Perez Aragonêz. - 03Jun2009 23:26:00
Se você achá-lo em algum lugar, pode comprar porque é um super vinho. Delicioso, já provei. Mas como deixei de anotar na primeira oportunidade, prefiro tomá-lo e passar as impressões "fresquinhas".

100% Tempranillo - Espanhol.

Nas melhores casas do ramo!

Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2009/06/em-breve-perez-aragonez.html



Pessoal, desculpem a demora e o sumiço novamente, mas digamos que a crise pegou o DegustEno e por motivos de força maior ficamos bebendo Bohêmia por um tempo. Não que seja mal (adoro!), mas não é o nosso propósito.

De qualquer forma, estamos de volta em definitivo (acho).

Voltamos com um vinho rosé português de 13% em sua graduação alcoólica. Relativamente ácido e de gotas ligeiras na taça.
Seu cheiro de fato não me agradou muito. Agora, não sei se por eu não ter costume de tomar rosés ou por não ter gostado mesmo.
Seu paladar, no entanto é interessante e eu o tomaria de novo sem compromisso, mas confesso que dificilmente o comprarei novamente.

É vendido na rede Hortifrutti aqui no Rio que detém sua exclusividade de importação, assim como os outros de sua linha.Custou R$ 15,90 e pode ser uma boa opção refrescante.

Confissão: Não sou muito chegado mesmo aos rosés!

Fui!



Fonte: http://degusteno.blogspot.com/2009/05/herdade-dos-coteis-rose-portugal-2006.html